terça-feira, outubro 31, 2006
segunda-feira, outubro 30, 2006
EU ODEEEEEEEEEEIO!!!
quinta-feira, outubro 26, 2006
Isso sim é arte contemporânea!

Não é incomum encontrar mulheres no salão do automóvel. A proporção de homens é muito maior, mas estamos lá, não só enfeitando estandes. Ainda somos vistas como um acontecimento entre os visitantes. Atendidas melhor pelos expositores e é só dar uma pequena bronca que os homens saem do caminho para que possamos fotografar. E como fotografei. Os carros-conceito, os modelos luxuosos e possantes que não serão comercializados no país e modelos mais acessíveis. Foi um passeio de sonhos. O Salão é exatamente isso, uma exposição de sonhos. Eu sempre dividi amantes de carros em duas categorias: os que amam o status, imagem e poder associados ao carro; e aqueles que amam dirigir o veículo, sentir o controle da máquina, a velocidade e a vibração em uma estrada.
Para o primeiro tipo, uma visita ao Salão é completa. Ele vê e toca os carros. Para o segundo, como eu, é uma mistura de sonho e frustração. Dois minutos em que o motor da lamborghini ruge e tudo que podemos pensar é em como seria dirigir aquela máquina. Amei o Salão, mas voltei para casa imaginando estradas que não vou percorrer com carros que apenas pude tocar (quando muito). Aliás, o estande da Lamborghini foi fechado nessa quinta-feira pois os carros estavam irregularmente no país. Pelo menos pude ouvir seu rugido.
Os pontos altos do Salão foram, para essa humilde apaixonada, os carros-conceito. O Volks "Concept T" (em que um funcionário deu-se ao trabalho de conversar comigo por iniciativa própria ao me ver comentando o carro), o fine-T (apesar do design horrível, mas com a capacidade de girar sobre o próprio eixo), entre outros. Além dos conceitos, o belíssimo Shelby GT 500 e o porsche carrera GT. Dois carros se fixaram no meu imaginário: o maravilhoso Camaro da foto, com design clean e linhas longas; e ser apresentada ao Mitsubishi Lancer Evo IX MR. Ambos pareciam implorar por uma estrada vazia.
Cabe citar também o quão insuportável estava o estande da Ferrari. Todos querem vê-la e a montagem do estande obviamente não privilegia o visitante comum do Salão. Eu poderia escrever páginas e páginas contando cada um dos estandes, mas tenho consciência de que nem todos se interessariam. Assim, me despeço com duas histórias ocorridas no Salão.
Mario e eu encenávamos uma pequena discussão em frente aos porsches. Ele reclamava que não aguentava mais ver carros e queria ir ao shopping, eu o mandava calar a boca e que compraria um presentinho para ele no shopping depois. A modelo do estande começava a nos observar com atenção quando o Max pergunta para o Mario: "Ué, mas você não adora carros?". É não enganamos a modelo, mas o Max caiu.
Por último, depois de muita insistência da parte do Max, o levamos para o estande da Chana. E quem disse que ele queria sair de dentro da Chana?
Elis
sábado, outubro 21, 2006
Sonhar uma entrevista
E: O senhor nem sempre foi um Lord. O que guarda de sua infância, antes de herdar o título e as terras?
LB: Quando nasci a "Douairiére", como eu chamava a Sra. minha mãe, estava sem nada. Meu pai não a aguentava, provavelmente. Assim são as mulheres: quando apaixonadas tornam-se insuportáveis. Porém, em minha infância as principais lembranças são de minha Babá. Ela lia a Bíblia e me ensinava que o pecado está dentro de todo homem, principalmente eu. Ajudava, também, a condenar minha pequena alma. Com a morte de Lord Mau, meu tio-avô, herdei uma renda, porém ele tinha destruído quase todo patrimônio. Quando fomos ver Newstead, minha maior dor foi deixar Mary Duff, uma menina que arrebatara meu coração. Mas lembro de minha falecida prima e sua pureza. Não foi fácil para um aleijado conquistar seus corações, quando não tinha um nome.
E: O senhor era muito precoce. Uma paixão de adolescência que te transformou num destruidor de corações femininos?
LB: A paixão que se refere é Mary-Ann, quando eu tinha quinze anos. Aquele amor me mostrou como é perigoso entregar-se. Não me tornou um conquistador. Isso é dito por mulheres sentimentais que são incapazes de amar sem enlouquecer. São uma raça absurda, governada por ciúme e sentimentalismo. Como pode, eu apenas por ser poeta e agradar-lhes quando lêem, ser objeto de devoção. Sei que sou ligeiramente belo, mas não esqueço que sou coxo.
LB: As melhores. Honramos aquele que morreu ao bebermos nele. Até a morte é um baile. Os monges sentem falta de seus vinhos mesmos mortos. E ao bebermos na morte, em celebração a vida, lembramos que nos resta pouco tempo. Ora, por que não beber em crâneos? Esse é mais um pudor sem sentido. O que chamam de excentricidade, chamo de consciência. Shelley diria que não importa, não há o que temer de algo que acabou. Acho que há e por isso deve ser feito. Nos damos o direito de ofender os que ficaram. Pois não é o morto que nos condenará.
E: Childe Harold começou a ser escrito em 1810. Porém, Milord não acreditou no sucesso ou preciosidade da obra. Muitas vezes dita autobiográfica, isso seria um sintoma de descrença em si?
LB: Há! Adoraria, realmente adoraria que eu fosse um herói. Acho que às vezes o sou. Afinal essa minha decisão de ir lutar na Grécia envolve um pouco desse herói. Sim, não sou tentado a acreditar que as pessoas queiram ler algo produzido por um anjo caido. Mas elas queriam, afinal, acordei famoso. Não achava que algo tão pessoal, mas oa mesmo tempo tão fictício pudesse fazer sucesso. Sou narciso, mas sou muito autocrítico.
LB: Na verdade, foram grandes descobertas. Sobre mim, principalmente. O meu caráter é muito solitário e viajei com meu amigo Hobhouse. Ele foi um ótimo companheiro, mas depois de um ano, percebi que queria ficar sozinho. E consegui. É extraodinário como o mundo recebe-nos. As grandes obras, as boas pessoas e o bom é raro mais quando aparece tem um efeito alucinante. Contudo, a viagem foi proveitosa pois nem só de maravilhas é feita a realidade. Aliás, ela é uma grande maçã podre, que em certo pontos sobrou frescor.
E: Os Cantos III e IV de Childe Harold diferenciam-se dos anteriores não apenas pela época em que foi publicado, mas pelo conteúdo. Como explica sua mudança?
LB: Leituras, eestado de espírito, não sei. No III convivia com Shelley e ele convenceu-me a ler Wordsworth. Conversavámos muito sobre assuntos que não me instigavam tanto, antes, como metafísica. Ao ver o amor panteísta de Shelley e discutir toda minha crença, refleti na peregrinação de Childe. No canto IV, estava mais maduro e em local perfeito para enxergar toda a grandeza de certas coisas e insignificância da maior parte: Roma.
E: Essa procura metafísica aparece em seu Manfred, porém com todo um sistema próprio, até difícil de entender-se, o que afinal é o Mal e o Pecado para Byron?
LB: É o próprio Byron. Eu sou aquele que me conduz a tentação, mas sou também o corrompido e mais tarde, serei a punição. Existir é combater um conflito interno. Quando nos condenamos ao infernos, o fazemos por opção ou destino? Não sei, creio que sou Caim. Pequei, fui condenado, aceito a punição, mas não admito meu erro. Acho que gosto de perceber que faço tudo que é condenado. Bem, nem tudo. Excita-me e torna minha vida mais interessante a existência do Mal. Mas a dor aguda de tê-lo provoca uma dualidade que me empurra. Não posso parar. Odeio rotinas e envolvome nos piores casos. Ou mais patéticos, como Caroline.
E: E o que é a sociedade?
LB: É a hipocrisia. Por que tal serpente foi criada? As imagens honradas, os cavalheiros e as senhoras com suas filhas falsamente puras. Nasceram apenas para julgar e condenar qualquer coisa que ofenda seu patético pudor. Na sociedade italiana algumas dessas hipocrisias foram amenizadas, mas se algo com o incesto ocorre a reação será a mesma. Não que tenha ocorrido em Lodres...
E: Recebi o aviso de que o senhor encara a vida de modo fatalista e negativo. Por quê?
LB: Há como não ver a vida assim? Uma sociedade dessa, um destino que persegue aqueles que amo, um Deus cruel e uma série de maldades dominando as pessoas, faz com que perceba-se o fim trágico da humanidade. E, também, o prazer em prejudicar-se e provocar o pior final. A paixão, a entrega, a bondade, o heroísmo, os grandes romances e finais felizes ficam para os livros. Os ruins, lidos pelos que não conseguem conviver com a realidade mórbida.
E: O senhor foi grande amigo de Shelley e, segundo alguns, amante dele. É verdade?
LB: Eu o amava, e como todos aqueles que amei, morreu. Se era meu amante, não convém dizer. Mas Mary Shelley adorava gastar suas noites escrevendo seu romance sobre um monstro. Percy foi o melhor dos homens e se fosse amar algum, ele seria o principal. Mas a vida é tão diversificada e o amor tão espontâneo.
A morte dele levou-me ao vazio. Sua última viagem ao mar talvez o tenha levado pois, como todos que o conheciam, o mar não podia abrir mão dele. O queria só e completamente, tirando-o do mundo.
E: O escultor Thorwaldsen fez sua imagem, contudo, segundo ele o retrato foi-lhe decepcionante, por quê?
LB: Não sou eu. Sou mais triste. É como se fosse Conrad (de "O Corsário"). Sei que as vezes me torno outro, mas qual a graça da vida se não podemos ultrapassar nosso caráter.
E: Por que o senhor pretende arriscar sua vida por um país que não é sua pátria?
LB: A Grécia foi e sempre será maravilhosa. Terra de grandes, considero uma vergonha vê-la sujeitar-se a outro povo. Ela merece sua liberdade. Seja em nome do passado, de seu belo povo ou na possibilidade do futuro, essa musa não pode ser maculada. A paixão da poesia, da arte e do pensamento nasceu grega. Se há um modo heróico e honrado de morrer é lutando por tal causa.
Elis
quinta-feira, outubro 19, 2006
Teste: Voxê é um emo?
Rexponda as perguntax abaixu i veja xi voxê tá pur dentru da nova moda!
1 – Acaba a luz na sua rua. O que você faz?
A – Aproveita pra tentar agarrar a vizinha gostosa do 104.
B – Procura uma vela, uma lanterna ou algo do tipo.
C – Aumenta o xom do xeu ipod e vai curtir uma dor di cutuvelu ouvindu Simple Plan.
D – Chora.
2 – A tecla “Q” do seu teclado quebra. O que você faz?
A – Vai na loja e quebra a cara daquele viadinho que te vendeu um teclado vagabundo.
B – Troca de teclado.
C – “Q”? Naum xabia ki tinha uma tecla ki si xamava axim.
D – Chora.
3 – O CPM22 cancela o show que ia fazer na sua cidade. O que você faz?
A – CPM o quê?
B – Nada, você não ia ao show mesmo.
C – Se tlanca nu quartu e tenta cometer xuixídio pela oitava vez na xemana.
D – Chora.
4 – Você lê uma matéria zoando os emos numa revista. O que você faz?
A – A única revista que você “lê” é a Playboy.
B – Ri pra caramba e mostra pros seus amigos.
C – Able um tópicu na xua comunidadi “Xou emo xim i daí?” pla debater com xeus miguxos comu ki a xoxiedadi é intoleranti e preconxeituosa.
D – Chora.
5 – Seu prédio está pegando fogo. O que você faz?
A – Aproveita pra ver as vizinhas gostosas correndo desesperadas e seminuas.
B – Foge às pressas levando documentos e algum objeto de valor.
C – Tila uma fotu do xeu quartu pegando fogu e poxta no fotolog antis di morrer.
D – Chora.
6 – Para passar o tempo, nada melhor que:
A – Futebol!
B – Conversar com os amigos.
C – Xe auto-fotoglafar em mil pojes axim bem linduxas.
D – Chorar.
7 – Você não sai de casa sem:
A – Seu trezoitão.
B – Sua carteira e suas chaves.
C – Xua câmela, xeu ipod, xeu xinto de rebitis, xua munhekeila, xeu cordaumzinho style...
D – Lenço de papel.
8 – Qual seu filme predileto?
A – Rocky I, II, III, IV, V, ... Qualquer um que tenha porrada.
B – Gosto de muitos filmes, impossível escolher apenas um.
C – Bambi... É linduuuuu.
D – Não sei... Chorei em muitos... Aliás, em todos.
9 – O que você levaria para uma ilha deserta?
A – Uma caixa de cerveja.
B – Barraca de camping, GPS, protetor solar e sinalizador.
C – Levalia todux meux miguxoooooooos!
D - ... Snif... Pensei em um filme da pergunta anterior.
10 – Você encontra um amigo na rua. O que você diz?
A – P**ra! C**alho quanto tempo seu filho da p*ta!
B – Oi, tudo bem?
C – Miguxooooooo ki lindu ti vêêêê!
D – BUÁÁÁÁÁÁ...
RESULTADO
Marque 1 ponto para cada resposta A, 2 pontos para cada reposta B, 10 pontos para cada reposta C e 100 pontos para cada resposta D.
Entre 1 e 10 pontos: Caraio, você é macho mermo, hem cara? Nem seu como é que você perdeu seu tempo fazendo essa viadagem de teste!
Entre 11 e 20 pontos: Você é uma pessoa normal, normalíssima. Aliás, é tão normal que deve estar escondendo alguma coisa... hmmmmm... Isso me cheira a papo de emo enrustido!
Entre 21 e 100 pontos: Você é quase um emo. Quase, mas ainda não chegou lá. Talvez com uma franja maior... Ou olhos mais úmidos... Mas enfim, você está no caminho certo!
Entre 101 e 1000 pontos: Oiiiiiiii miguxooo voxê é emuuu! Qui linduuu! Palabéns! Podi xolar di aleglia!
Dé (sim, eu coleciono MAD)
terça-feira, outubro 17, 2006
Hum...
Ei, não me olhe assim, não!
O que eu fiz para você? Por que me olha com nojo, com repulsa? Simplesmente faço o que gosto, o que me agrada.
Não mereço ser vista como uma puta por ter relações com diversas experiências apaixonantes e apaixonadas que me alimentam e me mantêm viva.
Apenas vivo e quero mais, muito mais do que você que passa dias e noites olhando pela janela.
Eu fico ao relento, tomo chuva, o sol me amorena e me racha, o orvalho me refresca, o vento prova que vivo ao bagunçar meus cabelos, fechar meus olhos, beijar-me o rosto e fazer surgir um sorriso.
Bom, pensando bem, não me importo por me olhar dessa forma, pois gozo a vida todos os dias.
segunda-feira, outubro 16, 2006
Do saite do Millôr. Muito boa =)
Prudente Seguro do Resguardo
Taí um homem: Prudente Seguro do Resguardo. Sua mãe ensinou-lhe, desde cedo, que não devia ir à janela porque podia cair, que não devia abrir a janela pra não tomar corrente de ar, que não devia responder mal às pessoas maiores – podiam bater nele – ou mais ricas – podiam prejudicá-lo no continuar da vida. E Prudente preservou a brancura da pele, jamais tomando sol.
Crescendo, Prudente aprendeu a guiar devagar e não avançar sinais, a não levar cachorro pra praia e, sobretudo, a apontar às autoridades os transgressores, jogadores de frescobol, surfistas e que tais.
Casando-se, Prudente casou com uma mulher feia, pra não ser passado pra trás. Só aplicava suas economias em terras e apartamentos (“Terra é sempre terra”) e foi morar num lugar isolado, nem muito alto nem muito baixo, pra que seus dois filhos não pudessem cair de cima, mas também as enchentes não lhe entrassem em casa. Sua casa tinha ferrolhos contra ladrões, aquecimento a lenha para evitar os perigos do gás, e seus filhos só iam à escola com dois guarda-costas, assim que começou a moda dos seqüestros.
E assim vivia Prudente, tranqüilo e feliz, protegido pela sua imensa sabedoria, quando, um dia, ao sair de casa, um bólido caiu do céu em cima dele e matou-o. Esse bólido era nada mais nada menos do que Vulnerável Indefeso Porumfio, que, numa de suas experiências com um novo motor atômico para bicicletas infantis, tinha explodido sua garagem-laboratório, a 25 quilômetros de distância, e viera cair exatamente em cima do sábio – Deus o tenha no seu bem protegido Paraíso – Prudente. Vulnerável saiu completamente ileso do acidente, sem um arranhão, e declarou à imprensa que não desistirá de suas experiências enquanto não completar a sua bicicleta voadora.
Moral: Não adianta você andar na mão se tem um maluco vindo a toda na contramão.
domingo, outubro 15, 2006
O poder do marketing
terça-feira, outubro 10, 2006
segunda-feira, outubro 09, 2006
Notícia Extraordinária (ou ordinária na minha vida)

Elis (Não entre em pânico!!!)
domingo, outubro 08, 2006
Na falta de criatividade...
Piada 1
O Diabo fez um desafio a Jesus:
- Aposto como digito muito mais rápido do que você.
E Jesus aceitou na hora.
No dia marcado, Jesus estava de um lado, com um XT 4,77 MHz, 2 MB de memória, e do outro lado estava o Diabo, com um Pentium 4 Extreme Edition 3,4 GHz Hyper Threading, rodando Windows Longhorn, 4 GB de memória. Todos a postos.
O Diabo estala os dedos, enquanto Jesus olha calmamente para o seu oponente. Começa a competição.Aquele que digitasse o maior texto em 30 minutos seria o vencedor.
O Diabo digita de maneira feroz: 900 toques por minuto. Do outro lado da sala, Jesus digita usando apenas os dois dedos indicadores, no estilão catador de milho.
A platéia fica nervosa com a performance do Messias e rói as unhas...
Quinze minutos se passam...
O Diabo já digitou cerca de 10 MB de texto, sem erros, enquanto Jesus ainda está na casa dos 5 kB.Vinte e cinco minutos passados...
O Diabo já anda pela casa dos 20 MB de texto, enquanto Jesus anda pelos 8 kB.
Vinte e nove minutos passados... PLUM! Cai a luz...
Desespero geral, pânico, gritaria.
Os juízes decidem terminar a competição pelo tamanho final do arquivo.
Tamanho final do arquivo de Jesus: 10 kB.
Tamanho final do arquivo de Belzebu: 0 kB!
- Mas isso não pode ser! - grita o Coisa Feia. - Isso é roubo! Só eu poderia fazer isso!
Ele grita, reclama, mas não adianta.
O Diabo perde a competição e Jesus volta tranqüilo para o Paraíso.
Sabe por que Jesus ganhou, mesmo tendo o Diabo digitado muito mais texto? Porque Só Jesus Salva.
Piada 2
O novo Padre da paróquia estava tão nervoso,no seu primeiro sermão, que quase não conseguiu falar. Antes do seu segundo sermão, no domingo seguinte,perguntou ao Arcebispo como poderia fazer para relaxar,e este lhe sugeriu que na próxima vez, colocasse umas gotas de vodka na água, e que depois de uns goles estaria mais relaxado.
No domingo seguinte aplicou a sugestão e sentiu-se tão bem, que poderia falar alto até no meio de uma tempestade, de tão feliz e descontraído que se encontrava. Depois de regressar à reitoria da paróquia encontrou uma nota do Arcebispo dizendo:
"Prezado padre:
1 - Na próxima vez coloque gotas de Vodka na água e não gotas de água na Vodka.
2 - Não coloque limão e açúcar na borda da taça.
3 - O missal não é um apoio para copo.
4 - O manto da imagem de N.S.J. C. não deve ser usado como guardanapo.
5 - Existem 10 Mandamentos e não 12.
6 - Existiram 12 Apóstolos e não 10.
7 - Não nos referimos a Cruz como "aquele T grande".
8 - Não nos referimos ao nosso Salvador Jesus Cristo e seus Apóstolos como "JC e sua Banda".
9 - Davi derrotou Golias com um estilingue e uma pedra, e nunca teve nenhuma relação sexual com ele.
10 - Não nos referimos a Judas como "Filho da Puta".
11 - O Papa é sagrado e não castrado; e não nos referimos a ele como "O Padrinho".
12 - O Pai, O Filho e O Espirito Santo não são "O Velho, o Júnior e o Aparecido".
13 - Judas não enforcou Jesus, e Tiradentes não tem nada a ver com a história.
14 - A Hóstia não é chicletes, portanto evite tentar fazer bolas.
15 - Backstreet Boys não estava na relação de música do coro.
16 - Aquela "casinha" era o confessionário e não o banheiro.
17 - Evite apoiar-se na imagem de Nossa Senhora, muito menos abraçá-la.
18 - A iniciativa de chamar o público para dançar foi muito plausível, mas fazer trenzinho e correr pela igreja, não.
19 - Limite-se a sermões sobre religião e evite falar de futebol e política.
20 - Água benta é para se benzer e não refrescar a nuca.
21 - Nunca reze a missa sentado na escada do altar, muito menos com o pé sobre a Bíblia Sagrada.
22 - As hóstias devem ser distribuídas para o povo e não usadas de aperitivo para acompanhar o vinho.
23 - Nem Bruce Willis nem Sharon Stone estavam na Reencarnação de Cristo.
24 - Aquele pregado na cruz era Jesus Cristo e não Raul Seixas.
25 - Edir Macedo não é Diretor Financeiro da Igreja Católica.
26 - Procure usar roupas debaixo da batina. Evite abanar-se com a batina quando estiver com calor.
27 - Nunca, mas nunca mesmo leia "Casos Sexuais Verídicos" em uma missa.
28 - O nome do Papa é João Paulo e não Leonardo, nenhum dos dois fez dupla com Xororó.
29 - Belém onde Jesus Nasceu não fica no Rio Grande do Sul.
30 - Judas vendeu Jesus no Sanedrin e não no mercado persa e foi em 30 moedas de ouro e não em duas pila.
31 - Os pecadores quando morrem vão para o inferno e não para a puta que os pariu !!!!!!
32 - Numa missa não se faz perguntas ao publico, nem existem cartas e universitários.
33 - Onde se reza a missa é o altar e não o "Palco do Mundo".
Pelos 45 minutos de missa que acompanhei, notei essas falhas. Lembro que uma missa leva em torno de 1 hora e não 2 tempos de 45 minutos. Espero que tais falhas sejam corrigidas já para o próximo domingo.
Atenciosamente, O Arcebispo
PS: Aquele sentado no canto do altar, ao qual se referiu como "travesti de saia", era eu. "
Dé
Pesquisa de opinião


Oi pessoal,
gostaria da opinião de vcs sobre o impacto visual de alguns pratos. Estou montando um serviço de Buffet e fiz um almoço teste nesse domingo. As fotos são do risoto de shimeji, picanha ao forno e mousse de chocolate e banana com sorvete de chocolate branco. O que acham? Tem futuro?
Elis
PS: vou abrir inscrições para o próximo test run. Teremos 5 vagas e tem que ajudar nos custos. (sai uns 10 reais por pessoa). ^^
sábado, outubro 07, 2006
Mais um pouco de Cordel...
Juntem...
As forças pra seguir nessa jornada... na na na...
Busquem...
As forças pra lutar na sua própria batalha... na na na...
A poeira subiu de ambos lados
Arames farpados olhos e punhos fechados, cerrados
A face marcada pela mesma vida seca como a terra, rachada
Uma sombra densa e pesada eclipsando o que há de melhor na sua alma
O verdadeiro terror mais sufocante que o calor, eu disse:
"Essa é a sua jaula"
Os desertos se encontram de várias formas
Seja no espírito no solo ou na mente através de idéias tortas
Que produzem gente morta em escala industrial
Guerra pela terra a pedra contra o tanque
Guerra altera a terra nada será como antes
Na inverção dos papéis do pequeno Davi contra Golias, O Gigante
Como os barões das mega corporações
Gigante como o coronelado dos grandes e pequenos sertões
Como os vários e vários e vários Ubiratans
(Ubiratans...)
Com seus sanguinários batalhões
(É pedra e bala rasga o peito)
Que na sua prepotência
(De quem passa, passa sem destino)
E ignorância bélica
Não conseguirão perceber a força que a chegada certeira, daquela pedra
Juntem...
As forças pra seguir nessa jornada... na na na...
Busquem...
As forças pra lutar na sua própria batalha... na na na...
Um beijo seco no portão do teu ouvido
Quebrando cercas pra chegar, na nossa mira
A pedra curte, a bala corre e voa
A pedra fura, bala transpassa
A bala é quente e a pedra é pura como um gole de cachaça
Velho como teu projeto louco
Forte como quem chora de medo
Guerra pela terra
A pedra contra o tanque
Guerra altera a terra nada será como antes
Escuto em alto falantes aquele som de cimento dessa muralha sem fim
Desejo a pedra e a bala
E a santa paz fora do jogo
Pois o que fala alto é pedra e bala
(Pedra e bala)
Naquela praça onde as crianças brincam
(Sol, poeira)
Naquele prédio perto das estrelas
(De pedra e bala)
Naquele circo no qual quando chove não há espetáculo
Composição: Bnegão e Lirinha
Por Aquela-Que-Não-Vive-Sem-Cordel-E-Já-Comprou-O-Ingresso-Para-O-Show-Do-Dia-18-De-Outubro
sexta-feira, outubro 06, 2006
A Freud story or the childhood of a world leader pretend
- I’ve watched the children come and go
A late long march into spring
I sit and watch those children
Jump in the tall grass
Leap the sprinkler
Walk in the ground
Bicycle clothespin spokes
The sound the smell of swingset hands
I will try to sing a happy song
I’ll try and make a happy game to play
Come play with me
I whispered to my new found friend
Tell me what it’s like to go outside
I’ve never been
Tell me what it’s like to just go outside
I’ve never been
AND I NEVER WILL
I’m not supposed to be like this
I’m not supposed to be like this
But it’s okay
Hey those kids are looking at me
I told my friend myself
Those kids are looking at me
They’re laughing and they’re running over here
They’re laughing and they’re running over here
What do I do?What can I do?
What should I do?
What do I say?
What can I say?
I said I’m not supposed to be like this
Let’s try to find a happy game to play
Let’s try to find a happy game to play
I'M NOT SUPPOSED TO BE LIKE THIS
I’m not supposed to be like this
But it’s okay...OKAY
Mom:
- HAHAHAHAHA
Daddy:
- Shut the fuck up...
[ouvindo Green do R.E.M. obviamente... Gi]
quinta-feira, outubro 05, 2006
Dicas de declaração de amor
Você é o brócolis do meu yakissoba
Você é o coco da minha tapioca
Você é o camarão do meu bobó
Você é o feijão do meu virado
Você é o paio da minha feijoada
Você é o chocolate do meu fondue
Você é a vodka do meu gummy
Você é o azeite da minha salada
Você é o arroz do meu rizoto
Você é a batata-palha do meu strogonoff
Você é o óleo da minha fritura
Você é a salsicha do meu cachorro-quente
Você é o café do meu capuccino
Você é o granulado do meu brigadeiro
Você é a ameixa do meu manjar
Você é o milho da minha pamonha
Você é o vatapá do meu acarajé
Você é a mussarela da minha pizza
Você é a margarina do meu pão
Você é o recheio da minha trufa
Você é o limão a minha caipirinha
Você é o pastel da minha feira
Você é a gordura trans da minha margarina
Você é o lactobacilo vivo do meu yakult
Você é a cevada da minha cerveja
Você é a nicotina do meu cigarro
Você é a insônica da minha balada
Você é o rosqueador da minha lâmpada
Você é o brinco da minha orelha
Você é o panóptico do meu Foucault
Você é a história do meu Veyne
Você é o faro do meu comentário
Você é o JC da minha transcendência
Você é a beach do meu PUC on the beach
Você é o gás do meu refrigerante
Você é o all star do meu pé
Você é a risada da minha piada
Você é a torre do meu panóptico
Você é a nudez do meu "Sertões"
Você é o fogo do meu Cordel
Você é a guitarra do meu solo
Você é o "red" do meu bar
Você é o taco da minha sinuca
Você é o scrap do meu orkut
Você é a mídia do meu contraponto
Você é a lingüiça da minha bracciola
Você é o "chiu" da minha aula
Você é a presença da minha lista
Você é o "velho" do meu "mar"
Você é o agasalho do meu croquete
Você é o esconderijo do meu salame
Você é o forno do meu robalo
Você é o livro da minha estante
Você é o ensaio do meu Saramago
Você é o neologismo do meu Guimarães
Você é a ereção do meu sexo
Você é o teto da minha cozinha
Você é o "lead" da minha matéria
quarta-feira, outubro 04, 2006
Arte Contemporânea
http://www.fotolog.com/maxmirandaMaxcimiliano é artista plástico e escritor de Goiânia.
Outro desenho dele foi capa do Zine Qua Non #3.
Entre no fotolog e dê uma olhada.
Eu, simplesmente, sou apaixonada pelo trabalho dele!
Por Pa(u)la Cab(r)al Gomes (atrás de novidades para sua vida)




