quinta-feira, agosto 30, 2007

Tchutchuco Bônus

Além de músico, é um ótimo ator bom!
Sem mais palavras!

Tchutchuco da semana

Por divergências entre duas ginecêuticas, resolvemos colocar duas fotos do tchutchuco da semana, Beto Lee.

Aproveitem!


quarta-feira, agosto 29, 2007

200 postagens!!!

Sim, chegamos à marca de 200 postagens!
Quem diria!

Pois é, no último mês, as ginecêuticas se empolgaram tanto que postamos loucamente várias coisas sobre vários assuntos, muitas vezes polêmicos.

Parabéns para todas nós!

E que o blog continue vivo por muito tempo, assim como a amizade ginecêutica!

Viva, nóis!!!

Beijos enormes para todas e todos...


*por Paula Cabral Gomes*

Ideologia

Aqui está a letra da música que embala nossas aulas de Crítica do Texto e de TGS II.



Ideologia
Composição: Cazuza / Roberto Frejat

Meu partido
É um coração partido
E as ilusões
Estão todas perdidas
Os meus sonhos
Foram todos vendidos
Tão barato
Que eu nem acredito
Ah! eu nem acredito...

Que aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Frequenta agora
As festas do "Grand Monde"...

Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma prá viver
Ideologia!
Eu quero uma prá viver...

O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs
Não tem nenhum rock 'n' roll
Eu vou pagar
A conta do analista
Prá nunca mais
Ter que saber
Quem eu sou
Ah! saber quem eu sou..

Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...

Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma prá viver
Ideologia!
Prá viver...

Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...

Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma prá viver
Ideologia!
Eu quero uma prá viver..
Ideologia!
Prá viver
Ideologia!
Eu quero uma prá viver...

terça-feira, agosto 28, 2007

Tchutchuco do rock da semana passada =P



Esse tchutchuco é o Caleb Followill, vocal dos Kings of Leon!

Ele merece! Ele merece!! xD

segunda-feira, agosto 27, 2007

Sinal Vermelho

Ginecêutica também faz curta!
Olha só que chique!



*por Paula Cabral Gomes*

Diversão é a regra do jogo

Depois de me sentir lesada após várias referências degradantes a um dos estilos musicais que eu mais gosto, resolvi postar, no melhor blog do mundo, a resenha que fiz para o Zine Qua Non #7 sobre os 10 anos do falecimento de Chico Science, digamos, o pai do Manguebeat.
Walter Garcia, tudo bem que o Manguebeat tenha se voltado radicalmente para o mercado! O som é bom e acredito ser de qualidade... Aliás, muita qualidade! Teve outro movimento com esse peso depois da vinda dos caranguejos com cérebro?
Pois é... E olha que eles surgiram na década de 90. Demorô!

O manguebeat, movimento pernambucano que mistura inúmeros ritmos, entre eles o maracatu, o samba, a ciranda, o heavy metal, o eletrônico, o punk e o rap, teve como principal divulgador Francisco da Assis França, aquele que acreditava ser um "caranguejo com cérebro". Chico Science e a Nação Zumbi deixaram suas profissões e estudos para dar força ao mais novo estilo musical brasileiro da década de 1990.
Chico sempre afirmou que fazia as coisas por diversão, desde vender picolés na infância, para juntar grana, até inovar a música brasileira e mundial. "Eu gosto de me divertir com minhas idéias", afirmava o cantor e "scientista".
Juntos, Chico e a Nação Zumbi, lançaram dois cds, Da lama ao caos (1994) e Afrociberdelia (1996), e tocaram pelo país e pelo exterior fazendo até parcerias com os Paralamas do Sucesso e com Gilberto Gil.
Por meio de sua inspiração, que era "uma parabólica fincada na lama", Chico levou o manguebeat da manguetown (Recife - PE) para o mundo, criando um novo estilo de vida, o dos mangue boys e mangue girls, os quais, de acordo com o músico, "são indivíduos interessados em quadrinhos, tv interativa, antipsiquiatria, Bezerra da Silva, hip hop, midiotia, artismo, música de rua, John Coltrane, acaso, sexo não virtual, conflitos étnicos e todos os avanços da química aplicada no terreno da alteração e expansão da consciência".
Infelizmente, em 2 de fevereiro de 2007, Science morreu em um acidente de carro, em Recife, aos 30 anos. "Morreu de tanto viver", declarou Jorge du Peixe, o atual vocalista da Nação Zumbi.
Com sua ajuda e mesmo após a sua morte, o Movimento Mangue não parou de expandir-se, contando com adeptos no mundo inteiro, nos meios artístico, intelectual e popular.
Sem querer ser sentimentalóide, já sendo pergunto:
O que seria a música hoje com Chico Science?

*por Paula Cabral Gomes*

Você gosta do manguebeat?
Walter Garcia te despreza...
Mas mesmo assim ele é o melhor professor que já tive, sem puxar o saco!

GINECEU!
Rumo às 200 postagens!

sábado, agosto 25, 2007

Concreto

Eu gosto tanto de você
que eu nem sei entender
que só faço temer.
querer.
tremer.

Porque?

A possibilidade de você
faz meu mundo menos tudo
Absurdo
Só querer te ter

Por um instante
Por um segundo

para não ser prisão

Amor?


NÃO.


Por Gi

sexta-feira, agosto 24, 2007

Fã ou Apreciador

Esse texto foi retirado do blog do meu professor de guitarra, Michel Leme. Quando ele me contou que tinha escrito algo a ver com a mídia, disse: "Você deve ser uma jornalista que quebre esses
rótulos!". Acabei gostando dessa "responsabilidade" e por isso, gostaria de dividí-la com vocês.
Na definição do dicionário Aurélio, a palavra fã significa "admirador exaltado de certo artista de rádio, cinema, televisão, etc.". O termo "exaltado", por sua vez, quer dizer exagerado, excessivo. E é esse exagero que me distancia do uso do termo 'fã' em meu dia-a-dia.
Acho que a idéia de "fã" e "ídolo" é uma distorção de comportamento, isto é, ser fã pressupõe sentir-se inferior ao ídolo, alguém "incapaz de chegar aos pés dele..."
Por outro lado, quem se sente ídolo, está vivendo a patológica ilusão de se achar superior a alguém.
A relação fã/ídolo é mais um equívoco ostensivamente incentivado pelas corporações através da mídia, considerando que este é mais um fator que leva ao consumo voraz, e ainda colocando como verdadeiro fã aquele que compra qualquer produto relacionado a determinado artista ou celebridade, sem questionamento.
Acredito que o termo 'apreciador' caiba melhor àqueles que gostam da arte de alguém, soa muito melhor chamar de 'apreciador de arte'. Esse termo deixa clara a oposição ao culto pela pessoa do artista - ou por seu modo de vida, suas mansões, seus carros, etc.
Me lembro que, quando garoto, eu queria completar a coleção de discos de algumas bandas. Aí eu ouvia alguns discos dos quais não gostava e me questionava:
-"Ué, será que eu sou chato a ponto de não ter gostado de algo desses caras?!"
Refletindo algum tempo depois, percebi claramente que não era isso, eu simplesmente não gostava! E isso foi muito melhor do que me tornar um zumbi, me obrigando a aceitar algo que não me agradava só para ser fiel à pessoa do artista.
No meio 'guitarrístico', com o qual tenho algum contato, vejo coisas esdrúxulas acontecendo. Como por exemplo, alguns garotos atribuírem importância demais a determinado artista só por terem visto o mesmo numa revista especializada, mesmo sem ter ouvido o seu som; e em contrapartida temos aquele que diz não gostar de determinado artista, só porque o seu “estilo” não foi definido pelo jornalista com o rótulo de sua preferência...
Essa superficialidade não é culpa apenas do "paga-pau" do exemplo acima, é fruto direto do massacre da mídia vendida, que bate dia e noite na tecla que perpetua a idolatria. Alguns minutos em frente à TV já bastam pra se enojar com o ‘imbecilizante’ culto às celebridades, por exemplo.
E os anunciantes mais pesados - leia-se corporações -, é quem ditam os padrões de comportamento, ou tendências de consumo. A mídia funciona como um alto-falante nocivo que repete as instruções abomináveis dos que a sustentam. E quem não tem meios pra questionar, compra e essa é a perversão! Se aproveitar da ignorância do povo, que tem sido economicamente proibido de buscar cultura.
Mas não devemos temer quem parece mais forte, porque a sua opinião com base, caro leitor, vale muito mais do que a opinião com interesses escusos da "emissora de TV descolada" que dita comportamentos e diz que "fulano é gênio" ou "essa banda é maravilhosa" - e quando você ouve, percebe que é mais uma mentira deslavada que objetiva o consumo puro e simples.
E isso perdura até aparecer o próximo "gênio", inventado pela mesma gravadora, que tem a grana pra comprar toda a "grande mídia" pra divulgar seu novo marionete, etc. É um verdadeiro ciclo vicioso.
Um amigo, sabiamente, me disse certa vez que se você tem a consciência de algo, é sua obrigação alertar àqueles que não a possuem. Por isso, faça valer sua opinião - seja numa conversa ou em espaços na net, como blogs e fóruns - e não tenha medo de se contrapor às unanimidades burras. Só não podemos nos calar!
E se você conseguir fazer alguém começar a questionar tudo isso, já valeu.
Michel Leme

quinta-feira, agosto 23, 2007

ALUGA-SE

Há duas semanas, lendo o jornal, deparei-me com um anúncio curioso nos classificados. Um daqueles grandes, diferenciados, que de imediato tomou minha atenção, ainda mais quando li que o serviço oferecido era o de personal friend, ou amigo de aluguel, se preferir. Nos dias que se seguiram pude perceber que a prática -até então por mim desconhecida- tem se popularizado, e o número de adeptos já não a caracteriza como um caso isolado, mas sim como um exemplo contundente das relações interpessoais de nossa época.
O personal friend é um serviço idealizado para pessoas tímidas ou que tenham dificuldades em fazer amizades. Basta um telefonema para por fim aos momentos de angústia e solidão, pois o amigo de aluguel vai ao seu encontro, a qualquer hora e em qualquer lugar, para conversar sobre qualquer assunto, mesmo aqueles que não se conversa com ninguém. O encontro pode durar de cinqüenta minutos a duas horas, e os preços variam de oitenta a trezentos reais. Cabe lembrar que as despesas do passeio, tais como alimentação e transporte, ficam a cargo do contratante.
Com um pouco de imaginação é possível enumerar algumas situações em que a prestação desse serviço caia como uma luva; aquela vontade súbita de jogar buraco as três da manhã, as compras de véspera de natal no shopping center lotado ou mesmo o processo de renovação da carteira de motorista são três ótimos exemplos de atividades cuja realização torna imprescindível companhia, ainda que seja pagando.
De cara achei uma ótima oportunidade profissional para pessoas com tempo e paciência de sobra. Do jeito que a coisa anda, muita gente aceitaria acompanhar um “mala” para faturar um troco e ainda ganhar a entrada do cinema e o lanche de graça. Não existe muita diferença entre essa forma de amizade e a tão difundida presença vip das celebridades nas festas e inaugurações Brasil afora. Pense bem: o artista chega no horário determinado, tira fotos com o dono da festa, ouve meia hora de conversa fiada, finge que conhece todo mundo, toma champanhe, belisca os canapés e sai de fininho, à francesa, com o bolso cheio.
Talvez os primeiros casos de amigo de aluguel da história tenham ocorrido quando galãs de novela passaram a freqüentar festas de quinze anos. Não se sabe exatamente como essa moda começou, mas, desde os primórdios da televisão, jovens atores costumam incrementar suas rendas dançando valsa com debutantes abastadas. No dia da assinatura do contrato com a emissora convém já tirar as medidas do smoking para não perder nenhuma futura oportunidade. O traje a rigor pode custar caro, mas é investimento garantido.
Para os que não são famosos nem bonitos resta anunciar nos classificados e foi lá que encontrei o telefone do personal friend Roberto. Achei que seria importante para o texto fazer contato com um desses profissionais a fim de compreender melhor como o serviço funciona. Dei vazão a minha porção jornalista investigativo e não hesitei em telefonar para o número indicado.
Roberto atendeu com voz cordial e simpática, condizentes com seu nome, que, aliás, havia me soado bastante amigável desde o princípio. Ele me perguntou se eu sabia como funcionava a amizade de aluguel, respondi que não, apenas para deixá-lo explicar. Pelas palavras empregadas percebi que o personal friend já deve ter sido confundido com outro tipo de acompanhante, o que me parece bastante compreensível.
Roberto foi atencioso porém distante, até porque, caso fosse muito receptivo pelo telefone, já estaria trabalhando sem receber. Fez perguntas genéricas apenas para assegurar que não tratava com um psicopata; quis saber o que eu fazia, quantos anos tinha. Disse que precisava deixar claro que não era psicólogo, mas que poderíamos conversar sobre o que eu desejasse.
Informou que não aceitava cheques e que o encontro deveria ocorrer em local público. Prontificou-se a sugerir um lugar dependendo de onde eu morasse. Respondi que ainda precisava pensar sobre o assunto, agradeci e desliguei.
Concluo que o amigo de aluguel pode ser uma boa opção para quem teve ou ainda tem problemas com amizades surgidas de maneira convencional. Empenhando algum dinheiro deve ser possível desenvolver cumplicidade, o que não chega a ser fato inédito quando se vive numa sociedade de consumo. O personal friend pode nunca chegar a ser um amigão de verdade, mas assim, às claras, pelo menos evita-se a decepção com um bando de amigo-da-onça solto por aí. A vantagem, nesse caso, é que a sinceridade pode ser acordada e garantida.
Bruno Medina
Retirado do blog Instante Posterior
*Paula Cabral Gomes*

Vontade tardia?

Depois de muito tempo ouvindo "Vento, ventania" nas rádios, resolvi ir atrás de mais músicas do Biquini Cavadão. E não é que é legal!
Aqui está umas das músicas que resume a vida na PUC dessa estudante de Jornalismo em seu quarto semestre.


Tédio
Biquini Cavadão

Sabe esses dias em que horas dizem nada
E você nem troca o pijama, preferia estar na cama
O dia, a monotonia tomou conta de mim
É o tédio, cortando os meus programas, esperando o meu fim

Sentado no meu quarto
O tempo voa
Lá fora a vida passa
E eu aqui a toa
Eu já tentei de tudo
Mas não tenho remédio
Pra livrar-me deste tédio

Vejo um programa que não me satisfaz
Leio o jornal que é de ontem , pois pra mim , tanto faz
Já tive esse problema, sei que o tédio é sempre assim
Se tudo piorar, não sei do que sou capaz

Tédio, não tenho um programa
Tédio, esse é o meu drama
O que corrói é o tédio
Um dia, eu fico sério
Me atiro deste prédio.

*por Paula Cabral Gomes*

quarta-feira, agosto 22, 2007

Cansaço

Sinceramente, cansei...
Palavras jogadas,
Olhares tortos,
Energia péssima,
Sentimento de culpa,
Erro disperso pelo ar.

Já foi!
Dá para arrumar?
Não!
Dá para ser melhor?
Dá!
Agora é agir sem se lamentar!

A vida passa.
Eu não quero ficar.
Você quer?

*por Paula Cabral Gomes*

(Indignada com "X" coisas e não tente saber com o que é, você pode muito bem se enganar e julgar errado!)

sábado, agosto 18, 2007

Simpsons


Mais uma ginecêutica Simpsons. Parece? Lembra pelo menos?

sexta-feira, agosto 17, 2007

Em memória

*Melhor lido ao som de Hope There's Someone - Antony and the Johnsons*

Ele olhava para o telefone. Só. Havia algum tempo que não conseguia tirar os olhos daquele aparelho e, em alguns momentos, ocorria-lhe a esvoaçante pergunta: por quanto tempo mais?

Com os dedos estranhos, repassava a agenda do aparelhinho levemente destruído só mais uma vezinha... só mais uma vez. Tentava convencer-se de que não tinham culpa. Não tinham! TINHAM! Só podiam ter! Cúmplices?

A indiferença de cada um daqueles números berrava e o barulho caótico deixava-lhe duas opções. Eram eles ou ele.

No fundo queria que confirmassem, que lhe dissessem que não estava louco; que não exagerava: que sentiam muito, mesmo. Mas tudo isso acabou vestindo-se de um desesperódio acéfalo.

Já tinha perdido a noção, todas as noções, e precisava fazer alguma coisa. Foi nesse ponto em que, exaurido o suficiente para ter um cheiro coragem, discou. Um número após o outro, o outro, o outro. Só que todas essas vezes a única tradução que encontrava não era exatamente compreensível: gritava e chorava e babava até que, finalmente, tu, tu, tu.

Todas as perguntas mais racionais do mundo não faziam sentido. Será que eles não percebiam? De que adianta perguntar qual era o seu problema? Não era óbvio? Ele sabia que não, mas sufocava. Mesmo assim, sufocava. Queria que percebessem sem ter que explicar, porque colocar em palavras era inacessível, mas ainda precisava de respostas (de consolo!) (de vingança!).

E agora, sem respostas? Em posição fetal misturou embriões de pensamentos, num turbilhão de mortenovoAntonioódiojustiçadorfamíliamudançatristezameninomotosbuzinasterrorsangueEimobilidade. Nisso tudo distinguia a silhueta de uma idéia melhor formada: até quando todos aqueles números tão racionais permaneceriam tão, tão...

A possibilidade de você deixa meu mundo menos tudo



Instante de dois
Cibelle

Não quero que você me coma
Não quero que você me engula
Não quero que você me acorde
Não quero que você me durma
Não quero que você me assista
Não quero que você me assuma
Não quero que você me corte
Não quero que você me inclua

Eu só quero um segundo teu
E um segundo meu
Um instante de dois
Sem mais, nem pra depois eu te dizer
Que eu te amo não
Te amo demais para ser prisão
De dois
Amor

quinta-feira, agosto 16, 2007

Teatro Mágico responde matéria da Veja (com a inteligência que faltou aos últimos)

Observe, assunte, note, olhe, ói, perceba, espie...

12/08/2007

Observe. Quase todo mundo fala bem daquele amigo que faz dribles sensacionais no futebol das quartas à noite ou do outro que sempre tira boas notas na prova de matemática; da amiga que é desejada por um exército de marmanjos (e algumas "marmanjas" também) ou da que "com certeza será a médica da turma". Porém, em volta dessas pessoas sempre há aqueles que cochicham pelos cantos: "esse Ricardo é muito metido a jogador de futebol" ou "aquela Letícia acha que sabe de tudo no mundo".
Assunte, então (cacófatos, iurru!). Há duas formas de você falar das virtudes dos outros. Uma é reconhecendo, valorizando e aplaudindo. A outra é tentando ridicularizar e diminuir. É tentando induzir seu interlocutor ao erro de enxergar nos valores do sujeito em questão defeitos e vícios insinuados com ironias baratinhas, dessas que se encontram nas brigas do jardim de infância: "vai, girafa". Fala o nanico desaforado para o grandalhão.
É tentar fazer o vinho parecer suco. Ou melhor, pra ser bem BRASILEIRO, é tentar transformar cachaça da boa em álcool puro. Quando isso vem de um bom humorista, tudo bem. Até dou risada. Mas de um texto pretensamente sério? Aí não dá!
Note que foi exatamente esse o comportamento da revista mais lida do país com relação à um movimento autêntico: A Música Independente. Ela foi quase, quase mesmo, engraçadinha.
(Tic, tac, tic, tac... Cultura é a forma ou etapa evolutiva das tradições e valores intelectuais, morais e espirituais de uma civilização. É um complexo de atividades, instituições e padrões sociais ligados à criação e difusão das belas-artes, ciências humanas e afins. Você sabia??? Tic, tac, tic, tac... Certo colunista, na revista onde só colunistas assinam as (anti)matérias, garante que o Brasil é um país sem cultura. Ops...como isso é possível... Você sabia??? Tic, tac, tic, tac...)
Olhe, antes de tudo vamos desarmar os ânimos de alguns que podem reivindicar a autoria disso ou daquilo: ninguém aqui se quer inventor do "andar pra frente" alheio. Mas essa pólvora chamada de música independente "tá na roda"...ops... Quer dizer, isso tudo também é, com muita legitimidade, nosso.
Ói, música independente é mais que uma tendência. É uma constante. Um novo momento para a produção musical no mundo todo. Mas o "folhetim(zinho - pra melhor dimensionar) de intrigas politiqueiras" não dá a mínima pra isso. Nós também não: pra ele(a). Ou devemos ligar...hum...
Perceba que quem está se expressando agora somos nós. Coisa nova. Assim, não cabe aqui aquele lugar-comum de quem se preocupa em garantir o direito da revista expressar as bobagens que bem queira. Sim, sabemos. Mas vamos confessar: quem quiser que sonhe em compartilhar dessa """EXPRESSIVIDADE"""... (haja aspas: vai voar!!!). Vai sonhando: alada assim (outra vez: cacóf, cof, cof...), mais parece algum regime: a ditadura do mau gosto. Quem sabe...
Espie só tudo isso: O primeiro episódio dessa grande comédia se deu na chegada do nosso querido repórter sem nome. Vamos batizá-lo de "O Inominável Homem das Cavejas". Inhoca, pra simplificar. Isso poderia até virar um jargão para jornalista meia-boca: "que materiazinha "inhoca", hein...".
A pergunta mais maravilhosa de nosso Inhoca foi: "Fernando Anitelli, você tem alguma profissão, ou SÓ toca?". Não é preciso dizer que isso causou uma comichão no nosso camarada...EPA...(desculpem-me. "Camarada" é como blasfêmia e está proibida por certos semanários).
Bom, continuando, nosso AMIGO cantor sentiu uma enorme vontade de responder que sim, tinha uma profissão "pra valer": era cirurgião de "Medula Óssea Encravada" do HC (MOE-HC, para os iniciados). Mas só exercia esse elevado labor da medicina "Paramolequelá" quando estava de folga dos seus deleites irresponsáveis de músico: viajar pelo país fazendo shows, ensaiar com a banda, supervisionar atores circenses...
Ah, dar entrevista para repórter inteligentíssimo como aquele, não conta. É difícil. Esse era, parafraseando o bom Agamenon, "ralo" mesmo. Agora imagine só, nosso heróico Inhoca entrevistando... Assim... Ah, um Adib Jatene, vai: Dr. o senhor tem outra profissão ou SÓ mexe com coração mesmo... Será??? hum...
Dias mais tarde, edição em punho. Bradei: "(depois) lavo minhas mãos". Isso é uma citação, viu? Eles vão adorar: citações sem nexo e "trocara...(hum?) do carilho" são com eles mesmos. Eu acho bonitinho...
Logo vemos no título dessa matéria - em decomposição – um achado que não diz nada. Parece querer desqualificar os grupos por serem juvenis, segundo o "provecto" (palavra difícil: êba, o redator gosta de mim, eu sei o que - ele – é "provecto", êba!).
Sendo assim, Jimi Hendrix, Beatles, Mozart, Medelssohn, Jesus Cristo, todos atingiram o ápice da criatividade quando eram "malfadinhas", ou seja, entre os 20 e 30 anos (segundo o achado...). Realmente "eu quero ser isso todo dia". Tudo coisa de um falso jornalismo (eu ia usar pseudo mas podem me chamar de "cabeça". Entendeu, entendeu...) típico de algum, não digo qual, DINONICOSSAURO (pronto, to contratado pela revista: achei uma palavra sem uso desde eras remotas. Viva, viva, viva!!!).
Aliás, Dinonicos são, quase sempre, especializados no jogo encarniçado de influências na "politicanalha" brasileira. Em que os aliados são cobertos por um escudo de invisibilidade e os adversários são qual a Geni de Chico... Ai meu pai...todos conhecemos a canção "Geni", de Chico Buarque, não é mesmo?: sujeira na cara.
Derrubar desafetos é com eles. Falar de MPB nunca foi. Que o digam todos os Tropicalistas: Tom Zé, Caetano Veloso, Gilberto Gil e por aí vai. Odeie-me, "Revistinha de Jornalismeco em Quadrinhos", eu imploro: me odeie!
Logo adiante, o (mau)humorista desempregado fazendo bico como "palpiteiro de gosto" fala em "rock cabeça". Essa nova forma musical, até agora desconhecida dos músicos do mundo todo, não teve seus mistérios desvendados ali. Mas, se cheguei à conclusão certa, tem algo a ver com as formações instrumentais. Então, "rock cabeça" também era o que fazia nosso querido Stravinsky que lá no começo do século XX compôs coisas como "Les Noces" escrita para quatro pianos, percussão e coros.
Como esse menininho lindinho da revista pode ser tão retrógrado e desinformado a ponto de se escandalizar com algo que só espantaria a cem anos atrás? COMO? Agora, pode ser que "rock cabeça" não seja uma forma musical e, sim, uma classe social: universitários-presepeiros-burguezotes-esquerdóides! Hum, falou, falou, falou e nada disse.
Quando eu vejo grupos dominantes apedrejando universitários, me lembro de uma tomada do filme "Mississippi em Chamas" na qual o prefeito da cidade, membro da Ku Klux Klan (aquele grupo de encapuzados que queimava negros no sul dos EUA), falava para Gene Hackman sobre os ativistas pelos direitos humanos que teriam sido assassinados o seguinte: "... nós vivíamos tranqüilamente aqui (humilhando negros, mulheres, judeus e etc) até aparecerem esses universitários BADERNEIROS".
É o mesmo espírito. Aí tenho que citar, mesmo sem nenhuma afinidade, algum Edir: "Chô", Satanás!
Pois, se esse movimento é cabeça, calma, ele ainda pode ganhar tronco, membros e se transformar em um corpo. Infinitas "presepadas" são necessárias neste país. E elas precisam vir, muitas vezes, dos universitários. Que não seja certa campanha (juro que não digo qual) em pró da "vaia pública à algum adversário das próximas eleições" o que vai mobilizar o povo brasileiro (aí a gandaia ta liberada, né7). Que não sejamos, NUNCA MAIS, massa de manobra de interesses "cretinóides". De intrigas de poder.
Para esta nação, toda a nação, indiferente de ser universitário ou analfabeto; de ser classe média ou baixa; de ser músico ou cirurgião, o que importa é a moralização profunda dos costumes. É a liberdade total das escolhas individuais. Nós buscamos isso e, felizmente, certas forças não "fazem as cabeças" e perturbam os corações como antes.
(O grande pensador inglês, Stuart Mill, em 1869 sobre os direitos das mulheres: "o princípio que regula as relações sociais existentes entre os sexos... deveria ser substituído por uma igualdade perfeita...". Você sabia???... Tic, tac, tic tac...
Colunista de "grande circulação em revista" em 2007: "... e daí se é prostituta? Muita menina enturmada que não cobra pela sacanagem se porta de modo bem pior...". Hein? O que? Não entendi: ta revoltada com a violência ou com a conduta das mininas7 hum... Você sabia??? Tic, tac, tic tac)
Faz algum tempo que revistas e jornais se preocupam com seu futuro. Há uma fenda no quarto poder que se alastra a cada dia. A informação já não pode ser monopolizada. Claro que há um universo de boatarias na internete, mas há muita informação válida e sólida. Os jornais estão na rede. As revistas também. Grandes nomes do jornalismo tradicional, com suas reputações e credibilidade, estão espalhados em centenas de blogs por aqui.
Agora é a vez do Capital começar a escorrer das mãos desse império. Império com menos capital hoje, será menos imperial amanhã. A força de pressão do povo que, sem opção, sempre acaba sustentando seu opressor, pode aumentar.
E nem venha com esse papo bobinho de que a internet é só da classe média e por isso não é representativa. A classe média tem um enorme valor. Além de tudo, aparecem mais e mais espaços baratinhos de acesso à rede pelas periferias. É inevitável que esse fenômeno se popularize. Isso é dinheiro em jogo. E o capitalismo precisa tanto de dinheiro que vai financiar qualquer coisa que gere dinheiro...
Hoje o que surge na internete logo se espalha. No dia seguinte repercute na imprensa velha. Como você chamaria isso? Eu chamo do nascimento de um quinto poder: o poder de articulação de massa. Por exemplo, você pode ter a brilhante idéia de sugerir a todos os seus amigos o seguinte:

"ATENÇÃO: você pode ter sido chamado, pejorativamente, de neo-hippie por buscar a liberdade, a paz e o amor; por querer manter uma harmonia entre si mesmo e o universo ao seu redor; por respeitar o indivíduo e o coletivo; por julgar fundamental a distribuição das riquezas do mundo; por pretender não ser mesquinho nem cínico... Então, aconselho que você cancele imediatamente sua assinatura da revista X, pois ela, por não concordar com nada disso, considera você um verdadeiro VERME ASQUEROSO".
Com isso poderá obter algum respaldo ou não. Mas certamente terá feito o seu protesto. Outra possibilidade: se a programação das TVs não for condizente com os valores morais e estéticos que você julgue fundamentais, agora é só propor à todos o seguinte: "ATENÇÃO: dia nacional sem TV." Ou melhor: "Semana nacional do diga não à babaquice na televisão". Se a audiência cair um ponto: CABEÇAS LÁ DENTRO ROLARÃO.
Em suma, o mundo agora começa a ser PROBLEMA SEU. PROBLEMA DE TODOS NÓS. TODOS. Sabe como isso se chama? PODER. E poder é também RESPONSABILIDADE. O que você fará com sua partícula de poder se o telejornal mentir descaradamente para sua família? Se o vereador desapareceu depois das eleições municipais? Se o senador é um picareta e não dá a mínima para a decência? Eu aconselho que você comece a usar sua ínfima parte nesse novo "quinto poder": espalhe sua indignação. Convoque seus amigos.
Agora, se você estiver do lado dos imbecis, dos falso-moralistas, dos racistas, dos que massacram nossa identidade cultural, dos que cospem em nossa auto-estima, dos que enganam e assassinam, então nem se mexa: não há nada para ser mudado. E saiba: estamos de lados opostos.
Fora isso, pouco me importa seu partido. Quero saber qual é sua ideologia. Esquerda, direita: só não fique em cima do muro. Claro que o Brasil não está rachado entre classes estanques. Na verdade, o país exige como um todo o debate franco e profundo. O cidadão comum não aceita ser convocado para guerras partidárias. Nossa luta é pelo país, pela vida e pela união desse povo tão ricamente distinto em sua CULTURA. Assim, falamos a mesma língua: essa é a nossa "brasilidade"! Entendeu, entendeu...
Quando tocamos para cerca de 30 mil pessoas (recorde de público no festival de chocolate de Ribeirão Pires, onde alguns dias antes uma dupla sertaneja com milhões de cds vendidos e mais de vinte anos de carreira se apresentara) ou para 30 estudantes acampados em protesto contra o descaso que é dado às universidades estaduais, estamos tentando fazer a nossa parte.

VEJA: O TM é apenas uma amostra pequenina de que o interesse popular pode pautar, sim, as redações e a programação das rádios e TVs. Mesmo que sejamos atacados por um ranço "direitóide" e raivoso. No fim, tudo que foi dito é muito bom. Só que foi passado de forma enviesada.

Agora, até certo ponto, eu gostei da matéria: o excesso de reticências, aspas e ironias aqui são uma homenagem singela à ela (esse também, cac, cof...).

Que venham mais e mais reportagens.

PS.: Você já está usando o seu poder??? Espalhe esse texto e outros por aí!!! Se for por uma boa causa: INCOMODE.


Bjs e abraços...

Galdino!

quarta-feira, agosto 15, 2007

Tchutchuco do Rock da semana

KIKO LOUREIRO


Biografia

Pedro Henrique Loureiro nasceu em 16 de junho de 1972 no Rio de Janeiro. Ele começou a estudar música aos onze anos de idade e foi aluno de grandes nomes do meio, como Mozart Mello. Estudou no conservatório Souza Lima e na Escola de Música e Tecnologia (EM&T), locais em que Kiko é constantemente visto. É guitarrista, mas toca também baixo, bateria e piano. Tem influências de bandas como Black Sabbath, Queen, Van Halen e admira Yngwie Malmsteen e Steve Morse.

Kiko decidiu fazer faculdade. Aliás, duas ao mesmo tempo: música e biologia, uma na Unicamp e a outra na USP. Quando, aos 19 anos, surgiu a oportunidade de participar de uma banda de metal (Angra), Kiko desistiu do curso de música e seguiu com o de biologia, pois segundo ele, ele se divertia muito olhando no microscópio.

Como o guitarrista queria seguir carreira musical, deixou de lado a faculdade e passou a se dedicar apenas ao Angra. Em 1992, a banda lançou sua primeira demo (Reaching Horizons) e, no ano seguinte, o primeiro CD (Angels Cry).

Hoje, com grandes sucessos do Angra, vídeo aulas e carreira solo (são dois CDs por enquanto: No Gravity – heavy metal – e Universo Inverso – mistura de música brasileira, jazz e guitarras com distorções), Kiko é, sem dúvida alguma, um dos melhores guitarristas do rock mundial. É referência no Brasil e no exterior, em especial no Japão e na Europa.

E, a partir de agora, é mais um tchutchuco do Gineceu.

A Veja ataca novamente...

Os remelentos do rock
O Los Hermanos acabou, mas deixou filhotes – para alívio dos universitários "cabeça"


Em junho passado, o grupo carioca Los Hermanos fez seu último show. Mas isso não significou o fim de sua linhagem, por assim dizer. Como o bicho da série Alien, o conjunto já havia disseminado suas ovas pelo pop nacional. Delas já nasceram ao menos três herdeiros de seu rock cabeça: a banda paulista O Teatro Mágico, a recifense Mombojó e a brasiliense Móveis Coloniais de Acaju. Os Hermanos misturavam guitarra com tuba? Não seja por isso: suas crias tiram do baú instrumentos como trombone, flauta transversal e escaleta (espécie de teclado de sopro). Investiam na fusão de rock com MPB? Bem, o Móveis Coloniais de Acaju mescla batucada com ritmos do Leste Europeu, num estilo autodenominado de "feijoada búlgara". A semelhança não se esgota no campo musical. Assim como os Hermanos, as três bandas ostentam letras "poéticas" – e tome metáforas tonitruantes e jogos de palavras como "mar drugada" (entendeu, entendeu?). Por fim, levam adiante as bandeiras políticas, digamos, de seu antecessor. Quando não as radicalizam, como faz O Teatro Mágico. Se os Hermanos celebravam a figura do palhaço como uma alegoria da melancolia ou coisa que o valha, a banda resolveu ela própria encarnar a palhaçada: seus integrantes só se exibem em público vestidos como tais. "O circo fala da pluralidade do ser", filosofa o líder, Fernando Anitelli.
Essas bandas são a trilha sonora do momento daqueles que Reinaldo Azevedo, colunista de VEJA, batizou de "remelentos e mafaldinhas" – os universitários de classe média que adoram embarcar em presepadas esquerdóides, como a recente invasão da reitoria da Universidade de São Paulo. Tanto o Mombojó quanto o Móveis Coloniais de Acaju foram forjados por estudantes de universidades federais. Já O Teatro Mágico foi composto por um pessoal mais velho – mas que trafega num meio não menos cabeça, os saraus e oficinas de teatro. As três bandas levam adiante a bandeira da "autenticidade" propalada pelos Hermanos.

Fonte: VEJA

Edição 20208 de agosto de 2007


Vê se eu posso com isso...
Só coloquei a foto no meio, porque gosto muito do som desse caras...
E, sim, EU SOU UMA REMELENTA!!!


* por Paula Cabral Gomes *


RUMO ÀS 200 POSTAGENS!!!

quinta-feira, agosto 09, 2007

Simpsons

Adivinha quem é! hahaha

Love is in the trash

Por Gi Montemurro
Há muito ouvia falar sobre eles, os loucos da rua, mas ainda não os tinha visto. A cada semana os velhinhos e velhinhas da Padre Carvalho observavam atentamente o casal, tentando capturar detalhes para enriquecer a história contada para os filhos e netos no domingo.
“— E como foi a semana vovó?”
“— Você não sabe o que aconteceu terça-feira! Já te falei dos catadores de papel? Então, foi a maior indecência...”
Não era diferente comigo, até sábado passado. Sentada no carrinho, ela mandava beijos cada vez que ele se afastava para revirar uma lixeira. Quando voltava com algo de valor, comemoravam com longos beijos; quando não, consolavam-se da mesma forma. Bastaram dois minutos de distância para a declaração: “Te amo mais que tudo, meu amor!”.
A cena foi um choque. Chocou-se, não com o meu moralismo, mas com a incoerência da descrição que durante tanto tempo ouvi todos os finais de semana. Qual a indecência do amor?
Muitos sobrevivem à impiedade da grande cidade refugiando-se no desamor (e não devem ser culpados por isso). Mas esses analistas/rotuladores do amor alheio poderiam aprender muito com aquele casal capaz de achar tanto amor em tanto lixo.

Tchutchucos do ROCK


EDDIE VEDDER
Biografia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Eddie_Vedder

terça-feira, agosto 07, 2007

Jornalismo Gonzo é o que há!!!


Depois de tanto escrever o relatório parcial de minha iniciação científica sobre Jornalismo Literário/Novo Jornalismo (que inclui o Jornalismo Gonzo, o mais incrível estilo de jornalismo de todos), comecei a ler "A Grande Caçada aos Tubarões" de Hunter Thompson. Esse, por sua vez, era amigdo do "bom ator bom" Johnny Deep, que provavelmente colocou esse broche em sua roupa para homenagear o amigo, que se matou em 2005 com um tiro na cabeça...

Procure algo mais sobre eles... Vale a pena!


Blog Gineceu! Rumo às 200 postagens...

*por Paula Cabral Gomes*