quarta-feira, julho 25, 2007
THE SIMPSONS - THE MOVIE
ZINE QUA NON #8

segunda-feira, julho 02, 2007
Tirinhas I
quarta-feira, junho 27, 2007
sábado, junho 23, 2007
Um filme falado
Dois ocupados e um ausente (desde as 3 da tarde...). É nisso que dá não ser popular.
Ou ser bloqueada (eu apaguei o que ia escrever sobre esse assunto).
Enfim, estou aqui para dividir a minha angústia.
Preciso falar de um filme.
(Acaba de entrar uma amiga minha no MSN, mas ela não vai entender.
Ui, ela veio falar comigo, também essa hora quem está on-line?).
Sabe quando você encontra uma obra que te deixa estarrecido?
Ou melhor, estarrecida?
Perplexa?
Cabisbaixa, porque você nunca vai fazer algo igual?
Então é isso.
“Um filme falado” é do diretor português Manoel de Oliveira, que na época do lançamento,2003, tinha 95 anos de idade.
Sim, 95.(Ele não morreu, viu? Vai fazer [?]100 anos em 2008).
Velho filho da mãe.
Mas vamos ao filme: uma mãe, portuguesa, professora de história, viaja em um cruzeiro junto com sua filha. No caminho ela vai ensinando pra pentelha várias coisas (“Mãe, mas o que é uma sereia? Mas o que um mito? Mas o que é...?)
Durante o trajeto, há uma ótima aula de história, com suas visitas à França, Itália, Grécia, Egito e Turquia.
Seu destino é a Índia onde se encontrarão com o pai (e marido) que é piloto de avião.
O contraste mais evidente é o da língua.
Os dominados vendo seu “patrimônio” se curvando diante de outras formas de se expressar mais poderosas (esse foi meu melhor eufemismo para a Língua Inglesa).
E como a história humana, a natureza humana leva a desentendimentos, a conflitos que não são óbvios para uma criança.
E trata, fundamentalmente das civilizações que deram origem à nossa “sociedade ocidental”.
Se eu pudesse, eu falava o final. Porque foi ele que me fez escrever esse texto.
Quem não gosta de História pode achá-lo meio monótono. De fato algumas partes são mesmo.
Mas e daí?
Deixa de ser preguiçoso e pára de ir só no Cinemark, porque esse filme vale a pena.
Não é diversão na certa (sei lá o seu gosto cinematográfico), mas indiferente a ele com certeza você não vai ficar.
E se não gostar, pelo menos você vai poder dizer (sem propriedade, mas enfim): “Manoel de Oliveira? Já assisti um filme desse cara, meu! É uma merda!”.
Todos vão te olhar admirados e te achar bem inteligente!
Ou então, se você gostou, diga que quis chorar e que ficou muito tocado com o final.
Vão te achar uma alma profundamente sensível!
Eu garanto!
Funcionou com as minhas irmãs, vai funcionar com os outros também!
Danielle
trailer: http://www.youtube.com/watch?v=hIrond1WJEA
Dados tirados do site: http://www.madragoafilmes.pt/umfilmefalado/
ficha artística:
LEONOR SILVEIRA Rosa Maria
JOHN MALKOVICH Capitão John Walesa
CATHERINE DENEUVE Delfina
STEFANIA SANDRELLI Francesca
IRENE PAPAS Helena
FILIPA DE ALMEIDA Maria Joana
LUÍS MIGUEL CINTRA Actor Português
ficha técnica
Director de Fotografia EMMANUEL MACHUEL
Som PHILIPPE MOREL
Direcção Artística ZÉ BRANCO
Guarda-Roupa ISABEL BRANCO
Montagem VALÉRIE LOISELEUX
segunda-feira, junho 18, 2007
Não resisti...
http://www.youtube.com/watch?v=Pa3J-L29iT8&mode=related&search
http://www.youtube.com/watch?v=Pa3J-L29iT8&eurl
Dé
sexta-feira, junho 15, 2007
Grandes momentos do discurso presidencial
Costumo assistir ao quadro todos os dias e meu irmão achou um episódio no YouTube. Divirtam-se!
http://youtube.com/watch?v=N2E6qzR7hPQ
Dé
quarta-feira, junho 13, 2007
Estadão publica notícia falsa por dinheiro
Aqui está a verdade sobre o Pallas:
Logo que ligo o micro toda manhã, entro no site do Estadão para dar uma olhada nas notícias. Hoje, chamava a atenção uma imagem de asteróide com a manchete “Asteroide Pallas pode se chocar com a Terra”. Cliquei para ler e veio a notícia, em um link de um site de astronomia, que astrônomos haviam descoberto que o asteróide tinha sofrido uma mudança em sua trajetória e que estava em rota de colisão com Terra, o que deveria ocorrer na primeira quinzena de julho. Com o tamanho do asteróide, trajetória e tudo. Desconfiei, fui pesquisar no Google e descobri que se trata apenas de um “marketing de guerrilha” para o lançamento de um carro novo com esse nome. Aí vi o “Publicidade” bem pequeno na imagem da home. E já tem outros sites espalhando a notícia, como notícia mesmo…
Talvez o fabricante do carro alcance seu objetivo. Mas o Estadão pisou na bola. Um site de notícias não pode divulgar uma notícia falsa, mesmo que seja pago para isso.
Texto retirado do site:
http://tadificil.wordpress.com/
Mais informações aqui:
http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/06/noticia_falsa_sobre_asteroide_para_divulgar_citroe.html
OBS: Me deculpe, mas que filhadaputagem gigante... Citroën C4 Pallas ...
* por Paula Cabral Gomes *
segunda-feira, junho 11, 2007
Asteróide Pallas poderá se chocar com a Terra em 2007
quarta-feira, junho 06, 2007
Cruel to be kind
Seus braços não se moviam.
Tanta ternura, mas as mãos, estáticas.
-Mãe, deixa eu ver aquele negócio?
-Ah é, deixa eu pegar pra você!
Revirou a bolsa e achou algo.
-Olha, depois a mãe te dá os vinte reais, tá bom?Aí você coloca na sua carteira.
Ela era tão amorosa que o garoto sentado no banco de trás não deixou de dar um sorriso.
E a menina de 6 anos ficou feliz com vinte reais, quanta riqueza!
Paciente, a mãe ouvia as observações da menina com tanta candura que me fez querer abraçar a minha mãe.
Certamente ela retribuiria envolvendo-me nos braços que conheço desde sempre.
No entanto, a mulher, paciente e calma, não se movia.
A filha, segurando a carteira de couro rosa, encostou seu corpo no dela.
E nem assim os braços ensaiaram um movimento sequer.
Com carinho ela falava, mantendo-se ereta e com os braços cruzados.
A imobilidade das articulações assombrava.
É tão fácil demonstrar amor com palavras, mas, e os gestos? Não havia nenhum!
Mas também, não posso criticá-la, meus braços estavam igualmente cruzados.
Afinal... estava tão frio!
domingo, junho 03, 2007
Diário de Bordo: Black Jack e The Kobovs
A noite contava com cinco bandas. A princípio, Black Jack (que tem na guitarra nosso parceiro androcêutico Gustavo e na bateria meu maninho querido) seria a primeira banda e The Kobovs (que conta com o também parceiro androcêutico João Paulo) fechariam a maratona.
Mudança de planos. Black Jack passou a ser a penúltima banda. Saímos de casa em dois carros, num total de 14 pessoas às 21h15min. Chegamos pouco mais de 22h.
Logo de cara, encontrei João, mas os black-jacks ainda não haviam chegado. Não demoraram muito também. Logo estava a banda completa nos arredores do saudoso (como diria o Gustavo) Cervejazul.
Depois de algumas horas esperando, a banda Black Jack subiu no palco. Abriram com The Wicker Man do Iron Maiden e fecharam com Iron Maiden, adivinha de quem?
Entre os clássicos do metal, rolaram clássicos do hard rock, como Helter Skelter (The Beatles), Hush (Gotthard), Satisfaction (Rolling Stones), Cryin’ (Aerosmith), Detroit Rock City (Kiss) com direito a coreografia, Rock ‘N’ Roll (Led Zeppelin) com solo de bateria, I Wanna Rock (Twisted Sister) e Born To Be Wild (Steppenwolf).
Infelizmente a organização do Cervejazul interrompeu a apresentação dos meninos. Faltou Smoke On The Water (Deep Purple), em que eles tocariam com os instrumentos trocados e eu faria uma pequena participação especial no baixo.
O show foi excelente, a banda é muito boa. Uma pena que só ensaiaram duas vezes, o que prejudicou algumas partes de algumas músicas. Mas nada de grave, apenas defeitos que só a banda percebe e critica. E o que mais gosto nessa banda é que eu sempre conheço todas as músicas do repertório!
Em seguida, The Kobovs subiram no palco, tocando de tudo um pouco, sempre com uma pegada mais punk. Tocaram She e Boulevard Of Broken Dreams (Green Day), Ace Of Spades (Motorhead), Killing In The Name (Rage Against The Machine), entre outras mais (desculpa, não lembro o set list todo!).
Ótima apresentação. A banda soube animar o público que já estava ficando menor por causa da hora. Assim como Black Jack, todos os Kobovs são muito bons.
Parabéns, meninos pelo show! Valeu pelo convite! Aguardo pelos próximos shows! Desejo muito sucesso às bandas, vocês merecem!
Dé
quinta-feira, maio 31, 2007
Simplesmente maravilhosas...
The Stone Roses
I can feel the earth begin to move
I hear my needle hit the groove
And spiral through another day
I hear my song begin to say
Kiss me where the sun don't shine
The past was yours
But the future's mine
You're all out of time
I don't feel too steady on my feet
I feel hollow I feel weak
Passion fruit and holy bread
Fill my guts and ease my head
Through the early morning sun
I can see her here she comes
She bangs the drums
Have you seen her have you heard
The way she plays there are no words
To describe the way I feel
How could it ever come to pass
She'll be the first she'll be the last
To describe the way I feel
The way I feel
Have you seen her have you heard
The way she plays there are no words
To describe the way I feel
How could it ever come to pass
She'll be the first she'll be the last
To describe the way I feel
The way I feel
Have you seen her have you heard
The way she plays there are no words
To describe the way I feel
How could it ever come to pass
She'll be the first she'll be the last
To describe the way I feel
The way I feel
Até quando esperar
Plebe Rude
Não é nossa culpa
Nascemos já com uma bênção
Mas isso não é desculpa
Pela má distribuição
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Até quando esperar
E cadê a esmola que nós damos
Sem perceber que aquele abençoado
Poderia ter sido você
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Até quando esperar a plebe ajoelhar
Esperando a ajuda de Deus
Até quando esperar a plebe ajoelhar
Esperando a ajuda de Deus
Posso
Vigiar teu carro
Te pedir trocados
Engraxar seus sapatos
Posso
Vigiar teu carro
Te pedir trocados
Engraxar seus sapatos
Sei
Não é nossa culpa
Nascemos já com uma bênção
Mas isso não é desculpa
Pela má distribuição
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Com tanta riqueza por aí, onde é que está
Cadê sua fração
Até quando esperar
A plebe ajoelhar
Até quando esperar
A plebe ajoelhar
Esperando a ajuda do divino Deus
* por Paula Cabral Gomes *
sexta-feira, maio 18, 2007
Sobre um certo barbudo
quinta-feira, maio 17, 2007
" Essa é uma canção de amor..."
Data: 25 de maio
Horário: 22h
Setor: Preço (R$)
Platéia VIP: 100
Ingresso Rápido: 2163-2000
Telefone de Informações: 3846-2300
Lobão
sexta-feira, maio 04, 2007
Três fases...
Ah, se você soubesse como eu fico, não faria assim!
Meu olhos até enchem de lágrimas, mas de vergonha. Prendo-as até secarem.
Não me importo de só ficar olhando, não! Até gosto! A sensação é boa.
Queria poder me aproximar ou me afastar. Não dá! Tenho que ficar parada.
Acho que é melhor!
Segunda:
Céu cinza, chão cinza, mente cinza.
Nem sei mais o que fazer, pensar.
Correr não vai adiantar.
Esfrego as mãos nos lábios,
Olho para o lado.
Quanto dá 52 vezes 1,15?
Fujo de que, do que de quem?
De mim?
Mas não dá!
Ser simpática para mim, para os outros ou as duas coisas?
Filosofia, Jornalismo, Política?
Este poema está tão confuso quanto eu!
Normal!
Terceira:
Pensei que nunca mais nos veríamos,
Uqe nunca mais nos tocaríamos novamente.
Porém, não de repente,
Nos encontramos
E não deixamos
Que a tempestade alagasse nossos sentimentos.
As lembranças não existem mais,
Deram lugar à presença,
À permanência da luz que antes era tímida
E que agora se destaca.
Só ela dá sentido ao que for,
Àquilo que realmente interressa para uma passagem.
Passagem intensa e imensa.
*por Paula Cabral Gomes*
quinta-feira, abril 26, 2007
Evanescence faz shows em cidades brasileiras
por Paula Cabral Gomes

Amy Lee encanta com sua voz e simpatia
No sábado, dia 21 de abril de 2007, a banda norte-americana Evanescence fez show para cerca de 25 mil pessoas no Parque Antártica, zona oeste de São Paulo. Os fãs, que aguardavam a vinda da banda desde o lançamento do primeiro cd no Brasil em 2003, passaram por sol e chuva e grandes filas (as quais quase davam a volta no estádio), mas, como recompensa, ouviram e cantaram 16 músicas, entre elas os grandes sucessos do primeiro cd Fallen (2003), Bring me to life e My immortal, e do segundo The Open Door (2006), Call me when you’re sober e Lithium.
De qualquer forma, o grande número de pessoas e o tempo de espera não assustaram nenhum fã. “A sensação de entrar no estádio para assistir a um show é único, principalmente quando você percebe que você e mais ‘x’ mil pessoas irão curtir a mesma banda juntos! A espera até o início do show é necessária, pois só aumenta a ansiedade e a expectativa, o que torna muito mais emocionante”, garante Cíntia Kajiwara, 21, estudante de Química.
Amy Lee encanta com sua voz e simpatiaAo entrarem no palco, às 21 horas, a chuva que caia desde às 17, quando os portões foram abertos, e que não cessou durante as apresentações das bandas Luxúria (Brasil) e Silicon Fly (Uruguai), parou dando um pouco mais de conforto aos fãs, até então vestidos com capas plásticas, os quais se amontoavam na pista e ocupavam a arquibancada. “A chuva só atrapalhou na espera das bandas, mas depois foi tranqüilo. É uma sensação muito boa ver todas as pessoas cantando e vê-la de perto”, afirma o estudante de Educação Física, Vitor Augusto Kawauchi, 20.
Amy Lee, 25, vocalista e pianista do grupo, levou o grande público, formado em sua maioria por adolescentes vestidos de preto, à histeria quando tocou sozinha ao piano, sem guitarras e bateria pesada, as músicas Good Enough e My immortal. Celulares e isqueiros iluminaram o estádio levando alguns meninos e meninas aos prantos.
A voz da cantora, ao vivo, impressiona sem deixar a desejar com relação às gravações feitas em estúdio. Além disso, sua simpatia cativa e seu desempenho no palco encanta a todos. Os outros integrantes da banda, John LeCompt (guitarra), Terry Balsamo (guitarra), Tim McCord (baixo) e Rocky Gray (bateria) dão ainda maior valor à apresentação pela qualidade do som. No fim da apresentação, os músicos voltaram ao palco e arremessaram ao público palhetas e baquetas. “A vocalista, Amy, canta muuuuuito e além disso é muito simpática. O show ultrapassou minhas expectativas, adorei do começo ao fim!”, disse Cíntia Kajiwara.
Mesmo contando com a presença de 25 mil pessoas, ainda restaram 10 mil ingressos (o preço variava de R$ 120, a arquibancada, a 180, a cadeira coberta). Uma das causas da venda falha deve-se à vinda de outras bandas estrangeiras a São Paulo no mesmo mês (Aerosmith e Keane), cujos ingressos custaram em torno de R$ 140, assim obrigando grande parte do público a escolher entre um e outro. “Faltou lotar o estádio!”, reclama Kawauchi.
Grupo gothic metal passa pelo Brasil durante sua "EV World Tour"Quem chegou no dia ao estádio, conseguiu ver todo o espetáculo a poucos metros daqueles que acamparam cerca de dez dias em frente aos portões. Metade da pista foi ocupada e nas arquibancadas a lotação também não foi máxima.
Muitos reclamaram da duração do show, acharam que foi curto demais. Já para outros, ficou o gostinho de quero mais, porém acreditaram que a apresentação teve a duração exata e foi perfeita.
Organizando-se por meio de uma comunidade no Orkut chamada Evanescence Brazil, os fãs planejaram soltar bexigas brancas durante a execussão da música Lithium.
A EV World Tour, além de passar por São Paulo (21), também colocou em seu trajeto as cidades de Porto Alegre (17), Curitiba (19) e Rio de Janeiro (22).
Confira o set list do show de São Paulo:
1. "Sweet Sacrifice" ("The Open Door")
2. "Weight of the World" ("The Open Door")
3. "Going under" ("Fallen")
4. "The only One" ("The Open Door")
5. "Lithium" ("The Open Door")
6. "Good Enough" ("The Open Door")
7. "Haunted" ("Fallen")
8. "Tourniquet" ("Fallen")
9. "Call me When You´re Sober" ("The Open Door")
10. "Imaginary" ("Fallen")
11. "Bring me to Life" ("Fallen")
12. "Whisper" ("Fallen")
13. "All That I'm Living for" ("The Open Door")
14. "Lacrymosa" ("The Open Door")
15. "My Immortal" ("Fallen")
16. "Your Star" ("The Open Door")
Evanescence – Biografia:
O Evanescence, formado em Little Rock (Arkansas, EUA), surgiu da amizade entre Amy Lee e Ben Moody, que se conheceram na adolescência num acampamento de jovens no qual Moody viu Amy cantar ao piano e se encantou. Assim, resolveu convidá-la para formar uma banda. O primeiro sucesso da banda tocou em uma rádio local por vários dias seguidos e fez com que a dupla ficasse conhecida na região e começasse a surgir convites para tocar. Só tinha um problema: o grupo era formado apenas pelos dois e não tinham dinheiro para contratar músicos. Dessa forma, os outros dois integrantes, John LeCompt (guitarra) e Rocky Gray (bateria), se juntaram à banda, abrindo a possibilidade de apresentações ao vivo e o aumento da popularidade da banda até ser contratada por uma grande gravadora.
A prova do ótimo entrosamento de Amy e Moody foi o primeiro trabalho, o cd Fallen (2003), o qual veio cheio de emoção, peso e energia. Foi produzido por Dave Fortman e o primeiro single, Bring Me To Life, virou um hit. A música fez parte da trilha sonora do filme Demolidor – O homem sem medo e ajudou a banda a divulgar seu trabalho.
Bem Moody, durante uma pausa na turnê do grupo, decidiu deixar a banda em 2003. O guitarrista pegou um avião de volta pra casa, sem falar nada pra ninguém. Amy Lee ficou indignada, criticou o companheiro e logo Terry Balsamo substituiu Moody.
O sucesso do álbum rendeu à banda dois prêmios Grammy em 2004: Melhor Performance Hard Rock e Melhor Revelação. Nesse mesmo ano, foi lançado o cd e dvd ao vivo Anywhere but Home e em 2006, a banda lançou The Open Door, seguido de uma grande turnê mundial. Nesse álbum, está o sucesso Call Me When You're Sober, cuja letra é inspirada no relacionamento de Amy Lee com seu ex-namorado, Shaun Morgan, da banda Seether. Para terminar, o baixista Will Boyd resolveu sair porque não queria encarar mais uma longa turnê. No lugar dele, entrou Tim McCord.
De qualquer forma, as raízes de Amy na música clássica continuam sendo uma constante na música da banda. Além disso, há as influências góticas que funcionam tanto com introspecções lideradas pelo piano como com riffs de guitarra, que obviamente agradam o público mundialmente.
sábado, abril 21, 2007
Galvão, Falcão e os ovos
http://www.youtube.com/watch?v=lSh63XNKXOw
Dé
sábado, abril 14, 2007
Diário de Bordo: Velvet Revolver e Aerosmith
Os ingressos começaram a ser vendidos numa sexta-feira. Já familiarizada com o caso “Roger Waters” (em que as meias evaporaram), fui comprar no domingo. Consegui uma das últimas meias, na arquibancada azul. Quem me acompanha? Meu irmão e um de seus amigos do colégio, o Marco (também conhecido como Frango, não sei o motivo do apelido).
Os meninos queriam chegar umas quatro horas, sendo que os portões iam abrir às cinco. Nada feito, pedi até convencê-los de chegar mais tarde, sete horas.
Tudo tranqüilo, sem fila pra entrar. Pegamos bons lugares e esperamos por um booom tempo. O que os meninos fizeram pra passar o tempo? Comeram. Sim, comeram. O Habib’s fez uma caixa com uma esfiha, um quibe e um doce de romeu e julieta a R$5,00. Salgadinhos a R$3,00 ou R$4,00, dependendo da marca. Sorvete de chocolate e coco a R$4,00 e de limão a R$3,00. Entre outros petiscos que não prestei atenção no preço, como castanhas e amendoins. Além de um mini-copo de água a R$2,00.
Ao meu lado, mãe e filha brigavam. Aparentemente (não sou xereta nem fofoqueira, elas que falavam alto), os amigos da garota estavam na pista e ela queria estar com eles e não com a mãe. A mãe era uma cabeça dura. E me justifico.
Todo mundo que já foi em show sabe que o pessoal que vai na pista e não faz questão de ficar na grade costuma sentar em rodas com os amigos pra conversar. A mulher solta a pérola: “Olha só cada gente burra. Gasta R$160,00 pra ficar sentado no chão desse jeito com os amigos? Pra quê? É só ir no Parque do Ibirapuera de domingo. Dá na mesma!” (d’ oh!)
E a filha não facilitava. Gritava ao falar ao celular e ficava demonstrando sua vontade de pular pra pista, o que é impossível, já que estávamos, caso você não tenha prestado atenção, na arquibancada, lá em cima!
Fora isso, a besta da mãe me deu um banho de cerveja. Um vendedor ambulante queria passar e a senhora não tirava seu copo da frente dele, apenas falava: “Cuidado com a minha cerveja!”. O vendedor não ouviu e bateu sua cesta de produtos no copo. Isso, grande, justo eu, tomando banho de cerveja. Que agradável!
A sorte foi que, pouco tempo depois, tomei banho de água. Começou a chover. E como eu não sou feita de açúcar e o dinheiro aqui em casa não cresce em árvore, não comprei capa de chuva (que passou de R$10,00 pra R$20,00). Fora que os vendedores sumiram, desapareceram! Fiquei ensopada. Dava pra torcer minha calça. Mas logo a chuva passou e o show começou.
O Velvet Revolver entrou no palco um pouco depois das nove horas. Gritos! Gritos! Mais gritos! Abriram com uma música do novo CD, Libertad, que ainda não foi lançado. Depois, tocaram alguns sucessos do primeiro álbum, Contraband, como Do It For The Kids e Sucker Train Blues.
Revezaram músicas do CD novo e clássicos das ex-bandas dos integrantes. Pra quem não lembra, Scott Weiland foi vocalista da banda grunge Stone Temple Pilots e Slash, Duff e Matt Sorum eram, respectivamente, guitarrista, baixista e baterista da banda de hard rock Guns ‘N’ Roses. Dos Pilots rolaram as excelentes Crackerman e Sex Type Thing e do Guns, It’s So Easy e Mr. Brownstone.
Cada vez que Slash aparecia no telão do estádio a galera ia à loucura! Quando ele solava então, nem se fala! Famoso por seus solos simples, mas cheios de feeling, o guitarrista fez história no Guns. Os riffs dos clássicos da banda são reconhecidos facilmente por qualquer roqueiro.
O Velvet tocou ainda a belíssima balada autobiográfica Fall To Pieces, Set Me Free e fechou com o primeiro grande sucesso da banda, Slither.
Uma pena que o show teve apenas pouco mais de uma hora de duração. O encrenqueiro Weiland está em ótima forma vocal, bastante fiel às gravações em estúdio, e com uma ótima presença de palco, gritando, pulando e usando seu famoso megafone.
O instrumental do Velvet também estava fantástico. Não se espera menos de Slash e Duff, que fizeram a alegria do público.
Pequena pausa para mudanças no palco. Estava chegando o grande momento! Às 10h50min, as luzes se apagaram. Percebemos o Aerosmith entrando no palco. Um pequeno vídeo de diferentes fases da banda apareceu no telão e, por final, uma imagem da bandeira brasileira. Será que o público gritou muito?
Abriram com Love In An Elevator, seguida por vários clássicos, como Toys In The Attic, Dude (Looks Like A Lady), Falling In Love (Is Hard On The Knees) e Cryin’.
Em seguida, Jaded foi cantada por todos em altos brados, assim como a linda Dream On, Janie’s Got A Gun e Living On The Edge.
Porém, a música que mais emocionou, talvez por ser um pouco mais atual, foi I Don’t Want To Miss A Thing. Trilha sonora do filme Amargeddon, a MTV fez uma lavagem cerebral com o clipe e os jovens e adolescentes presentes mostraram que a ação fez efeito. Todos cantaram todos os detalhes da música.
Rag Doll, Sweet Emotion e Draw The Line fecharam essa parte do show, que voltou com uma única música no “bis”: Walk This Way, tão esperada durante toda a apresentação.
Belíssimo show! Steven Tyler está cantando perfeitamente. Não desafinou e ainda por cima fez questão de mostrar suas habilidades vocais com gritos e prolongando notas. Ele ainda tocou sua famosa gaita.
O guitarrista Joe Perry mostrou o motivo de ser um dos grandes guitarristas do mundo do rock. Sua pegada de blues impressiona até mesmo quem não entende nada de guitarra.
A banda arrancou gritos e suspiros de todos. Mesmo quem estava lá só pra ver Velvet Revolver se envolveu totalmente com a apresentação do Aerosmith.
Os fãs sentiram falta de algumas músicas como Pink, Mama Kin, Last Child e Crazy. Eu, particularmente, queria ter ouvido também Girls Of Summer e The Other Side. Ainda assim, o set list foi muito bem escolhido. Não se pode querer músicas não-famosas em um show, são os grandes hits que conquistam o público mais geral.
O show acabou por volta de meia noite e meia. Todos saíram do estádio sorrindo! Nada de brigas, apenas uma pequena confusão na saída pelo excesso de gente, coisa que acontece em qualquer show.
Cheguei em casa quase duas da manhã e ainda arrumei algumas coisas. Acabei dormindo apenas três horas, consegui ir pra faculdade e o mais impressionante de tudo é que prestei atenção na aula de política! Será que não mereço algum tipo de prêmio? hahaha
Dé
PS: Se tiverem tempo, leiam essa resenha sobre o mesmo show: http://whiplash.net/materias/news_900/060002-aerosmith.html
Acho que não entendo muito de música...
SET LIST
VELVET REVOLVER
Let It Roll
Do It For The Kids
Sucker Train Blues
She Mine
Fall To Pieces
Crackerman
Get Out The Door
It's So Easy
She Builds Quick Machines
Set Me Free
Sex Type Thing
Mr. Brownstone
Slither
AEROSMITH
Love In An Elevator
Toys In The Attic
Dude (Looks Like A Lady)
Falling In Love (Is Hard On The Knees)
Cryin’
What It Takes
Jaded
Baby Please Don't Go
Stop Messing 'Round
Hangman Jury (snippet) / Seasons Of Wither
Dream On
Janie's Got A Gun
Living On The Edge
I Don't Want To Miss A Thing
Rag Doll
Sweet Emotion
Draw The Line
Mother Popcorn / Walk This Way




