sexta-feira, maio 16, 2008

segunda-feira, maio 12, 2008

Diário de Bordo: Whitesnake

Voltando às origens do blog, mais um diário de bordo de grandes shows de rock!

Meu irmão decidiu comprar os ingressos para o show no dia em que as vendas começaram para o grande público. Foi. E mesmo assim só restava uma opção: pista.

Complicou, né? Porque, gente, olha o meu tamanho. Mas beleza, fui com meu papai, minha mamãe, meu irmãozinho, sua namorada e um amigo dele.

Sexta-feira, dia 9 de maio. Chegamos ao Credicard Hall por volta das 21 horas. Quase uma hora e meia de espera interminável. Durante esse tempo, vídeos de bandas de rock que irão se apresentar nos próximos meses na casa iam passando. Avenged Sevenfold, Megadeth (que terá cobertura do blog!) e Scorpions são alguns exemplos.

Depois, CD dos Rolling Stones e AC / DC. Até que as luzes apagaram! Quanta emoção! Meus pais viram o Whitesnake, banda liderada pelo “one and only” mr. David Coverdale, no Rock In Rio de 1985! A banda conta ainda com Doug Aldrich e Reb Beach nas guitarras, Timothy Drury no teclado, Uriah Duffy no baixo e Chris Frasier na bateria.

Abriram com uma música do novo CD, Good To Be Bad, chamada Best Years. Depois disso, alguns sucessos clássicos da banda, como Fool For Your Loving e Love Ain’t No Stranger. A romântica (e por que não dizer brega?) Is This Love também foi lembrada pelos hard rockers.

Solos de guitarra e bateria mostraram do que realmente é feito um show de rock: instrumentos altos e bem executados. As batidas foram sentidas em cada um dos presentes.

Mais alguns clássicos, incluindo da baladíssima The Deeper The Love em versão acústica e Soldier Of Fortune a capela. Coverdale não é o mesmo das décadas de 1970 e 1980, mas ainda canta. E como canta! Além disso, ele sabe animar uma platéia como poucos.

Para fechar, o medley mais que esperado de Burn e Stormbringer relembraram o início da carreira de Coverdale no Deep Purple. Era impossível cantá-la mais alto do que já fazíamos.

É, foi pra lavar a alma. Com certeza um dos melhores shows que já vi até hoje!

Set List
Best Years
Fool For Your Loving
Bad Boys
Can You Hear The Wind Blow
Love Ain’t No Stranger
Lay Down Your Love
Is This Love
Blues For Mylene / Snake Dancer
Crying In The Rain / drum solo
Ain’t No Love In The Heart Of The City
The Deeper The Love (unplugged)
Give Me All Your Love
Here I Go Again
Still Of The Night
Soldier Of Fortune (a capela)
Burn / Stormbringer

terça-feira, maio 06, 2008

Bancos e Consumidor

Olá!

Não sei se você está sabendo, mas algumas mudanças aconteceram no seu banco.

Provavelmente eles te enviaram uma carta mostrando o plano padrão deles com os serviços oferecidos e o valor.
É que dia 30 de abril a nova regulamentação do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre tarifas bancárias divulgada em dezembro de 2007 (Resolução nº 3518 e Circular nº 3371) entrou em vigor e eles terão que oferecer um plano padrão, todos os bancos com os mesmos serviços, com os mesmos nomes e valor variável, para que assim o consumidor possa fazer uma melhor comparação.
Porém, cada um, bobos nem um pouco, criaram seus próprios planos e, por incrível que pareça, estão osferecendo mais serviços por um preço menor.
Só para lembrar: entre as mudanças mais úteis estão a padronização da nomenclatura das tarifas, a proibição da cobrança de tarifa por cheque de valor baixo (ou alto), assim como a proibição da cobrança de tarifa por cheque compensado.
Se quiser saber mais informações sobre isso para não sair perdendo seu dinheiro, acesse o site:
Também tem um vídeo bem legal que explica o que é essa tal de responsabilidade socioambiental dos bancos para que você não seja obrigado a ver propagandas com golfinhos, tartarugas e árvores e a voz do Wagner Moura e achar que tudo é tão lindo e se basear nisso para escolher seu banco.

Pois é, Gineceu também é informação útil para o cidadão.
Informe-se!!!

sexta-feira, maio 02, 2008

Fim!

“They all deserve to die.
Tell you why, Mrs. Lovett, tell you why.
Because in all of the whole human race
Mrs. Lovett, there are two kinds of men and only two
There's the one staying put in his proper place
And the one with his foot in the other one's face
Look at me, Mrs Lovett, look at you.
No, we all deserve to die
Tell you why, Mrs. Lovett, tell you why.
Because the lives of the wicked should be made brief
For the rest of us death will be a relief
We all deserve to die.”

Sweeney Todd – Epiphany


Exausta! Assim estou!
A cabeça não funciona, o corpo não responde àquilo que a cabeça não manda. Sigo por inércia... Ônibus, faculdade, trabalho, metrô, ônibus, casa, ônibus...
Quero ler livros, sites, textos, revistas... A cabeça não responde, não se concentra.
Quero ver vídeos, curtas, séries, ir ao cinema... Os olhos não enxergam, estão embaçados e mortos de sono.
Quero ir a exposições, teatro, palestras... As pernas doem, só doem e conhecem um único caminho: cama.
E essa exaustão parece chegar ao coração. A falta de ar sempre aparece, o coração dispara, mas não oxigena nada. Falta ar? Falta vontade?
Não, não penso em morrer, pelo contrário, quero viver o máximo que puder lúcida, ativa, bem. Porém é uma luta constante se manter vivo numa sociedade na qual todos querem morrer, todos só pensam em morte, na sua e na dos outros.
Tragédias e mais tragédias... A mídia adora cobri-las e o povo adora vê-las. Audiência nas alturas e crianças sendo mortas, morrendo de fome, morrendo de dengue, simplesmente morrendo.
Impossível ver tudo isso passando e não fazer nada ou ao menos se sentir mal, incomodado, escrever algo sobre, tentar tirar algo que não é seu de dentro de você.
É a rotina que começa a pesar, que não te deixa fazer o que gosta porque quer que você siga as regras impostas há anos. Não tem essa de “estou à frente de meu tempo”. Amigo, você só é assim porque vive aqui, agora, nesse momento sem desculpas. Não queira ser aquilo que não dá para ser. Situe-se! É melhor.
O cansaço faz a cabeça te mandar abrir uma página do Word, colocar um monte de palavras de forma “ordenada” e escrever aquilo que te faz perder algumas horas de sono, que te faz perder a alegria de se fazer aquilo que se gosta sem dar satisfações. O trabalho vazio cansa e muito. Procurar o que fazer quando se deveria recebe-las a cada momento, cansa.
A vida e a morte cansam, mas nem por isso “I deserve to die”.
Ver uma vida nova, sorridente e em paz te faz querer ver mais dessas, te faz querer ser uma dessas. Pelo menos eu espero e me esforço para ser uma vida- inspiração a alguém, assim como algumas são para mim.
Reconheço a dificuldade de se manter vivo, porém tenho certeza de que a dificuldade de se manter morto enquanto infinitas coisas se passam a sua volta é bem maior.
Respirar, se olhar no espelho, abrir uma janela, um guarda-chuva, beber água gelada, acariciar um cachorro, abraçar um urso de pelúcia, ser beijado, subir escada, tropeçar. Sinto-me aqui!
Início!
Esse texto e muitos outros podem ser encontrados no blog Sujeiras do Assoalho:
www.sujeirasdoassoalho.blogpost.com

quinta-feira, maio 01, 2008

Nosso muso

Galera, uma postagem de número tão importante, como é essa, a 350, merece ser uma homenagem ao nosso muso, não acham? Aí está, Johnny Depp, tocando guitarra!

sábado, abril 26, 2008

Promessas

Juro que a partir de agora, só publicarei algo de autoria minha.
Mas na verdade, estou triste com o Gineceu.
As meninas, até então unidas no primeiro ano, tiveram essa idéia legal para encher o saco dos meninos, porém, com o passar dos meses e já anos, as postagens foram rareando e, por isso, as visitas também.
Eu, como uma das maiores postadoras desse blog, podem conferir, cansei de não receber retorno sobre o que escrevi ou copiei de algum lugar (Dé, não fala de você, mulher, valeu pelos comments).
Acredito que um blog de um grupo se faz pelo grupo, não por uma dupla, né, Dé!?
Então, daqui a pouco, abandonarei esse lugar para me dedicar a projetos mais firmes e feitos por um grupo que não se separa por qualquer coisa, que não deixa de se falar ou de dar bom dia por um simples sorriso amarelo.
Falta mais união nesse mundo, isso se reflete nas pequenas coisas como o Gineceu.
O Androceu está aí, firme e forte, com postagens quase que diárias, com comentários, com um grupo na ativa, com união mesmo depois de desavenças e uma desgraça, o sumiço de seu conteúdo.
Mulheres, uni-vos!
Que emancipação é essa!

Gineceu, rumo às 350 postagens?

sexta-feira, abril 25, 2008

Desenhistas fazem HQ coletiva na Virada Cultural de São Paulo

Diego Assis Do G1, em São Paulo
Enquanto os paulistanos se preparam para enfrentar uma maratona de 24 horas de balada na Virada Cultural, evento que começa às 18h do sábado (26) e se estende até as 18h do domingo por toda a capital de SP, os desenhistas de histórias em quadrinhos decidiram se impôr uma meta ainda mais ousada: produzir uma única HQ, durante 58 horas, revezando-se entre 60 artistas.

A proposta é de Gualberto Costa e Daniela Baptista, proprietários da livraria especializada HQ Mix, que há cerca de quatro meses abriu as portas na Praça Roosevelt, centro da cidade. O mutirão de quadrinistas pretende colocar as mãos à obra já às 10h desta sexta-feira (25) e só descansar o pincel às 20h do domingo. Entre os desenhistas que irão participar do projeto estão representantes de diversas gerações da HQ nacional, como Laerte, Bira, Claudio, Zélio, Orlando Pedroso, Edgar Franco, Fido Nesti, Fabio Moon, Gabriel Bá, Rafael Coutinho, Tiago Judas e outros. O estabelecimento vai funcionar durante todo o período, e o público terá a chance de ver e conversar com os quadrinistas, que se revezarão a cada uma hora. As páginas concluídas ficarão expostas na vitrine da loja.

'O crime do teishouku preto'
"A HQ não tem um roteiro pré-estabelecido. Onde um pára o outro continua, cada um desenhando no seu estilo e na sua técnica predileta, que vai de guache a lápis de cor, ecoline, aquarela", explica Gualberto. Parte de "uma história que nunca termina", nas palavras do proprietário da livraria, a HQ teve seu pontapé inicial dado meses atrás, quando 36 desenhistas, cada um em seu estúdio, foram desenhando consecutivamente as primeiras páginas. Participaram dessa primeira etapa, entre outros, os artistas Spacca, Eloar Guazzelli, Newton Foot, Carvall e Fernando Gonsales (clique aqui para ver as primeiras páginas da HQ).

Divulgação
Fernando Gonsales, da tira 'Niquel Nausea', também participou do projeto (Foto: Divulgação)
"Os personagens vão mudando à medida que mudam os desenhistas. Vai da pornografia à poesia, depois cai para uma linha mais de humor, depois vai para aventura. Tem até desenho do tipo mangá com texto em japonês", detalha Gualberto. Surreal como a história é título - aleatoriamente - escolhido para ela: "O crime do teishouku preto" (assim mesmo, com um "u" a mais). Segundo Gualberto, a proposta será passada adiante para outras "viradas culturais", em Curitiba, Porto Alegre e Recife. "A idéia é nunca chegar ao final. A cada cem a gente lança um álbum. Com isso, a gente vai ter um mapeamento de toda uma geração de desenhistas desse começo de milênio no Brasil." Junto com a maratona de desenhistas, a HQ Mix fará um saldão de quadrinhos nacionais e importados, de diversas editoras, com descontos de até 70%.


Jam Session HQ Mix
Quando: de sexta (25), às 10h, a domingo (27), às 20h
Onde: HQ Mix Livraria (Praça Roosevelt, 142, centro, São Paulo)
Informações: (11) 3258-7740
Leia mais notícias de Quadrinhos

sexta-feira, abril 18, 2008

Lilian Witte Fibe é a nova apresentadora do "Roda Viva"

Por Marina Dias/Redação Portal IMPRENSA

A jornalista Lilian Witte Fibe é a nova apresentadora do programa "Roda Viva", da TV Cultura. Sua estréia está prevista para a primeira semana do mês de junho.

Até o final de abril, o apresentador ainda será Carlos Eduardo Lins da Silva, com programas gravados, já que o jornalista assume, na próxima terça-feira (22) , o cargo de ombdsman do jornal Folha de S.Paulo.

Já no mês de maio, quando as gravações com Silva estarão encerradas, o programa contará com um apresentador interino, até a chegada de Lilian.

Procurada pelo Portal IMPRENSA, a jornalista afirmou que recebeu o convite de Paulo Markun, presidente da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura. "Conversei com Markun e achei que seria um jeito muito legal de voltar a fazer televisão".

Quando questionada sobre possíveis mudanças no formato do programa, Lilian afirma que não acredita que haverá modificações. "O programa é o programa", finalizou.

quinta-feira, abril 17, 2008

Cyberutopias e jornalismo

de Eugênio Bucci
O relatório The State of the News Media de 2008 (www.stateofthenewsmedia.org), divulgado este mês, traz uma radiografia, quer dizer, uma tomografia computadorizada do estado da imprensa nos Estados Unidos. Conduzido pelo Project for Excellence in Journalism, é vasto, quase exaustivo. Se publicado em livro, teria mais de 700 páginas. Ao mesmo tempo, é detalhista e analítico. O diretor do Project for Excellence in Journalism, Tom Rosenstiel, é a pessoa certa no lugar certo, como demonstra um dos livros que escreveu em parceria com Bill Kovach, The Elements of Journalism (New York: Three Rivers Press, lançado em 2001 e atualizado em 2007). A partir de centenas de conversas com profissionais e estudiosos da imprensa, essa obra procura identificar e definir os elementos essenciais do jornalismo em tempos de transformação. O relatório The State of the News Media, publicado anualmente desde 2004, parece perseguir a mesma pergunta e o mesmo método.
Em 2008, o estudo noticiou com destaque o incremento da liderança das redações convencionais no ambiente da internet: "Em que pese a existência de novas fontes, as pessoas consomem mais as notícias que as redações da velha mídia produzem." O cenário é interessante. Os dez sites noticiosos de maior audiência, em sua maioria extensões de marcas já consagradas na televisão ou na chamada "imprensa escrita" - como CNN, com 29,1 milhões de visitantes únicos por mês em 2007, ou The New York Times, com 14,7 milhões -, exercem praticamente uma "oligarquia", nos termos do relatório, dentro da rede. No jornalismo online, a concentração de audiência é ainda maior do que a verificada na mídia convencional. Os dez maiores sites respondem por 29% do total, enquanto os dez maiores jornais impressos representam apenas 19% do mercado. Essa concentração segue em crescimento, contrariando as previsões de que o aumento exponencial do número de portais, blogs e sites estilhaçaria o domínio de marcas tradicionais. Chama a atenção o avanço do New York Times, cuja audiência (em visitantes únicos por mês) deu um salto da ordem de 20% entre 2006 e 2007.
Diante desses dados, o que dizer das profecias que garantiam que a indústria e o mercado perderiam centralidade? Estavam todas furadas? Bem, ao menos em parte, estavam furadas, sim. É verdade que os cenários continuam indefinidos. A transição em que nos encontramos tende a perdurar e não se deve esperar que as coisas se imobilizem. De agora em diante, ao contrário, é bem possível que a idéia de transição vire um componente da idéia de estabilidade, ou seja, o sujeito - bem como as instituições - será cada vez mais desafiado a se localizar, a encontrar um equilíbrio mais ou menos estável, num mundo em movimento permanentemente, arranjado segundo configurações mutáveis e mutantes. Surpresas virão por aí. Ainda assim, é possível concluir com alguma segurança que os grandes títulos, a despeito dos vaticínios, não morrerão tão cedo.
Os dados recentes mostram que não há incompatibilidade entre os jornais tradicionais e as "novas mídias". Há contradições, muitas vezes, mas não incompatibilidades. Apesar de esse debate ter enveredado por discursos utópicos e melodramáticos, em que os blogs ficam com o papel de mocinhos e tudo o que seja convencional representa o vilão, os fatos indicam uma complementaridade entre uns e outros. Um dos mais inteligentes estudiosos das redes interconectadas, Yochai Benkler, autor de The Wealth of Networks - How Social Production Transforms Markets and Freedom (Yale University Press, 2006), descreve de modo desapaixonado o processo pelo qual as novas tecnologias habilitam indivíduos e pequenos grupos a se converterem em, como dizem, "provedores de conteúdo", baseados em relações de trabalho voluntárias e solidárias, não mediadas pelo mercado. Nascem daí fenômenos como a Wikipedia, um sucesso na web que contou com colaboração voluntária de, segundo Benkler, 50 mil co-autores. Ocorre que essas redes, se não se subordinam ao mercado, tampouco revogam o mercado: elas o modificam - para melhor. Elas o civilizam.
O mesmo se pode dizer com relação ao jornalismo. Por mais voluntariosas que sejam, as redes de voluntários não o revogam, mas podem ajudar a melhorá-lo. A demanda por notícias e análises confiáveis e independentes, em ambientes de debate que abriguem grandes contingentes de cidadãos, permanece acesa e viva. A necessidade de fóruns amplos e comuns é estrutural. O espaço público não pode prescindir de referenciais de alta visibilidade e fluxos intensos, que façam as vezes de nós de entroncamento do trânsito das idéias. É aí que entram as velhas redações jornalísticas, não porque são velhas, mas porque são jornalísticas. Num mundo em que o cidadão, finalmente, aprendeu a desconfiar da arrogância do (mau) jornalismo, as redações são chamadas a vincular credibilidade e inovação. Mais ainda, precisam demonstrar capacidade de liderar num ambiente em que a participação do público - muitas vezes como autor, mais que como consumidor das notícias - é a regra. Não por acaso, segundo apontou o The State of the News Media, um dos destaques do ano de 2007 é justamente o ambiente de alta inovação das redações americanas.
Inovar quer dizer inovar tecnologicamente e eticamente. E inovar eticamente quer dizer reencontrar, em novas bases, princípios aparentemente antigos, como independência e respeito ao cidadão - respeito que inclui diálogo horizontal. Para isso apenas a imprensa livre - pública ou comercial, não importa, mas livre de verdade - é capaz de dar respostas adequadas. As redações, velhas ou novas, inovam quando reinventam a função pública do jornalismo. Parece uma trama complicada, mas alguns já conseguiram.
Eugênio Bucci, formado em Jornalismo e Direito pela Universidade de São Paulo, doutor em Ciências da Comunicação da USP, escreve quinzenalmente para o Observatório da Imprensa na internet

sexta-feira, abril 11, 2008

Jornalismo Cultural


No blog Digestivo Cultural, Tais Laporta entrevista vários profissionais que escrevem nas grandes mídias brasileiras (Folha, Estadão, Bravo!, Veja), mostrando assim a opinião de cada um sobre a crítica em nosso país e o que, para eles é ser um bom crítico e ter um bom texto.

Sinceramente, o Graieb (editor-executivo da revista Veja) é um topeira e o Cypriano é bem espertinho.


Aproveitem e mexam no blog. Tem bastante coisa legal e quase sempre tem promoções interessantes, como para ganhar livros e palestras.


quarta-feira, abril 09, 2008

How to be

Não sei se vocês já viram essa série de vídeos, mas é bem engraçada. São cursos rápidos de como ser ninja, gangster, emo e nerd. Assistam nessa ordem. No final tem erros de gravação.

Ninja
http://www.youtube.com/watch?v=JdLCEwEFCMU
Gangster
http://www.youtube.com/watch?v=khFhF64P3VQ
Emo
http://www.youtube.com/watch?v=pK4bLMd0avU
Nerd
http://www.youtube.com/watch?v=ndiRRjCyV_E

PS: Será que só eu que sou boba e fiquei um tempão rindo disso?

Fernanda Lima grávida e nua


Amanhã chega nas bancas a Rolling Stone desse mês e eu nem li a do mês passado. Shit!!! Então...
Mas a folha adiantou a capa: FERNANDA LIMA GRÁVIDA, NUA E LINDA...
Além disso, gostei bastante das matérias da capa.
Ótima revista para comprar e se distrair, além de entender um tiquinho mais de política, no meu caso, por exemplo.

OBS: Se o Bruno reclamar que só posto foto do Johnny Depp, ele apanha dessa vez.

Beijos ansiosos

domingo, abril 06, 2008

Mario 64

Olha só como esse cara fechou o clássico jogo Mario 64:

http://www.youtube.com/watch?v=DTzs9bcNgMQ

Sem graça, né?

quinta-feira, abril 03, 2008

Johnny, o DEPP


Pessoal,

Só para não perder o costume, uma foto do muso do GINECEU como Sweeney Todd, o barbeiro demoníaco da Rua Fleet.

Quem não assistiu a esse filme está esperando o quê para ir até o Cine Arte Lilian Lemmertz, na Rua Clélia, e comprar seu ingresso.

Detalhe: para quem assiste HOUSE, Plástica e outros seriados meio mórbidos tudo bem, sem aflições, mas para quem não vê, aguente.


Só...

Ninguém se preocupa comigo, por que eu deveria me preocupar com alguém?
Marco encontro, ou a pessoa chega extremamente atrasada ou nem aparece e, o melhor de tudo, não dá a mínima satisfação.
Pergunto alguma coisa e ouço sinal de ocupado como resposta, nem a pergunta: você falou comigo? costumam me fazer mais.
Mando e-mail e nada, passam meses e nenhum sinal de vida.
Conto a maior história da minha vida, segredos incríveis sobre mim, me desabafo e quando termino com uma pergunta (o que acha?), a pessoa está dormindo.
Ligo para o celular, para a casa da pessoa, uso todos os meios de comunicação e nem a secretária eletrônica aceita falar comigo mais.
Nem o pessoal do telemarketing me procura para encher meu saco oferecendo produtos e serviços que nunca precisarei na vida.
Será que é carência? Esse mundo está perdido mesmo? É culpa da televisão? Ou tem algo errado "com migo"? Isso não é possível! Tanto desprezo para cima de mim é castigo!
Enfim, vou tentar viver com meus bichinhos de pelúcia e comprarei um peixe de aquário para bater um papão quando eu precisar.
Acho que depois disso estou pronta para morar sozinha, assim a porcentagem de desprezo diminui um pouco, só se eu ficar de mal comigo mesma.
OBS: Esse é um texto que encontrei no meu outro blog (www.sujeirasdoassoalho.blogspot.com), achei legal e resolvi postar. Fui eu quem escreveu, tá?!
OBS2: Essa fase já passou, mas eu sei que ela voltará como sempre faz.
OBS3: Esse é o post 340 do GINECEU.

terça-feira, abril 01, 2008

sexta-feira, março 28, 2008

Pergunta que não quer calar!

Durante essa semana, depois de um bombardeio de e-mails sobre os problemas com relação à coordenação do curso de Jornalismo e à Reitoria da PUC (para variar um pouco), estive pensando que por quanta canseira não se passa para se ter uma boa formação acadêmica?
Desde que entrei na Pontifíca em 2206, lidei com greve, militantes pentelhos, professores péssimos, professores chatos, professores tagarelas, colegas revolucionários, outros conscientes, outros de saco cheio etc. etc. etc.
Não posso negar que evolui bastante, que cresci, que li mais, que pesquisei mais, que posso me considerar um tiquinho mais inteligente. Mas também não posso negar que esperava muito mais de um curso de jornalismo com um nome tão bem visto pelo país inteiro.
Posso contar nos dedos os professores bons que tive em cada semestre. São cerca de dois. DOIS? Tem noção disso. Ou seja, eu poderia ir para PUC um dia por semana e ver tudo o que vi de interessante durante cindo dias.
Porém, infelizmente, não é assim que as coisas funcionam. Sinto-me obrigada a frequentar aulas mal feitas, com professores sem didática alguma que até podem ser os melhores do mundo, que pesquisam loucamente durante o ano inteirinho, mas que são péssimos e não conseguem passar nada do que aprenderam para ninguém.
O tempo poderia ser bem melhor utilizado e todos sairiam felizes: nós com mais tempo para sermos autodidatas (o que a PUC nos ensina ser no primeiro dia de aula) e a PUC gastando menos com salários.
Se é para fazer mal feito, faz logo de uma vez.
OBS: Desabafo de uma aluna que quer se formar logo e que não aguenta mais ouvir lenga lengas de todos os lados da universidade na qual estuda.
As coisas não funcionam, se fecham num ciclo sem fim...

domingo, março 23, 2008

Não fiz e não gostei!

O assunto já é velho, mas ando ocupada demais e tinha esquecido de comentar sobre isso aqui.

– Nos dias 8, 9, 15 e 16 deste mês, aconteceu o “2º Anticurso de Jornalismo” da revista Caros Amigos. Slogan: “como não enriquecer na profissão”.

Eis o folder que recebi por e-mail, antes do curso começar:

objetivo - A visão “caros Amigos” de fazer e pensar o jornalismo. Sobre a exigência de diploma, a mídia grande, o mito da imparcialidade e do ouvir os dois lados, o manual de redação, o repórter telefônico, a supressão da criatividade, as “fontes”.

Não vejo nada de “anticurso” nisso, se o primeiro item do objetivo é transmitir ao aluno o “jeito Caros Amigos” de se fazer jornalismo. Ora, não é isso que se tem em qualquer curso promovido por veículos jornalísticos ou programas de trainee? Não é EXATAMENTE isso que ensinam os manuais de redação que o “anticurso” se propõe a criticar?

Já o mito da imparcialidade é a primeira coisa que todo aluno de jornalismo ouve na primeira aula do primeiro ano. Quanto à discussão sobre o diploma e o repórter “telefônico” (aka preguiçoso), também não vejo nada de vanguarda nisso. Tá aí uma discussão que já permeia o meio acadêmico e a maioria dos “cursos” (sem anti) por aí afora. Para mim, supressão da criatividade é fazer propaganda de “anticurso” com os mesmos temas de sempre - e, provavelmente, com as mesmas críticas de sempre…

Carga horária: 2 fins de semana, com duas palestras de duas horas por dia.

Nem o The Flash consegue abordar de forma satisfatória assuntos tão polêmicos em tão pouco tempo.

Valor: 200 reais!

Ei, pelo menos os cursos da “grande imprensa” são de graça! Filho, se for pra pagar 200 pilas para aprender a “não ganhar dinheiro com a profissão”, eu fico em casa me coçando. Ano que vem, a melhor coisa a se fazer é convencer o pessoal da sua classe a dar os 200 reais que pagaria pelo curso e montar um clubinho de investimentos - afinal, não ganhar dinheiro com jornalismo já tá garantido para a maioria, pode ficar tranqüilo. E, se o clube de investimentos não der certo, não se desespere e faça como os caras da Caros, que não ganham dinheiro com jornalismo… Mas ganham com curso de jornalismo.

Pois é. Desconfie de todo mundo que diz que vai salvar alguma coisa.

sexta-feira, março 21, 2008

Festival de fotos bonitas

Pessoal, nova proposta ginecêutica:


Vamos postar fotos bonitas para alegrar nossos dias?!


Eu começo!


quinta-feira, março 20, 2008

Renúncia

O melhor a se fazer em determinadas situações é renunciar.
Não há nada melhor do que assumir erros, mas é importante saber que nem sempre renúncia vem junto com essa ação. Pode ser que a pressão esteja grande e você, com a idéia de terminar logo com tudo isso e evitar que as coisas obtenham um fedor imenso, renuncia "belamente".
Mas essa é a pior forma de renúncia, a mais fedida e asquerosa.
Eu prefiro a renuncia com classe, assumindo erros, provando que os cometeu nem que seja necessário soltar uma mentirinha como: "Fiz isso pelo bem da nação!". As pessoas vão rir, mas fica menos ridículo do que sair com nariz empinado achando que você é a pessoa mais certa do mundo.
Ah, tem outra coisa também. A pior de todas. Ter que renunciar, mas antes de assumir, saber que não daria conta das tarefas, que ficaria puxado demais, que as coisas não seriam flores sempre (nunca) e que não faria nada direito na vida.
Isso acaba prejudicando pessoas demais, tem a probabilidade de você ficar doente, perder amigos, perder o respeito, se apresentar outra pessoa completamente diferente para aqueles que a consideravam alguém importante. É triste, muito triste!
Penso muito nisso ultimamente e já tomei decisões concretas, entre elas: NÃO QUERER ABRAÇAR O MUNDO DE UMA VEZ.
Ô liçaozinha complicada que quase ninguém aprende!
O negócio agora é vê-la em ação, colocá-la em prática.
Pois é, galera, vivendo e aprendendo.
Mas tem gente que adora levar na cabeça. Fazer o quê?
OBS: Inspirado em fatos reais.