quinta-feira, março 20, 2008

Renúncia

O melhor a se fazer em determinadas situações é renunciar.
Não há nada melhor do que assumir erros, mas é importante saber que nem sempre renúncia vem junto com essa ação. Pode ser que a pressão esteja grande e você, com a idéia de terminar logo com tudo isso e evitar que as coisas obtenham um fedor imenso, renuncia "belamente".
Mas essa é a pior forma de renúncia, a mais fedida e asquerosa.
Eu prefiro a renuncia com classe, assumindo erros, provando que os cometeu nem que seja necessário soltar uma mentirinha como: "Fiz isso pelo bem da nação!". As pessoas vão rir, mas fica menos ridículo do que sair com nariz empinado achando que você é a pessoa mais certa do mundo.
Ah, tem outra coisa também. A pior de todas. Ter que renunciar, mas antes de assumir, saber que não daria conta das tarefas, que ficaria puxado demais, que as coisas não seriam flores sempre (nunca) e que não faria nada direito na vida.
Isso acaba prejudicando pessoas demais, tem a probabilidade de você ficar doente, perder amigos, perder o respeito, se apresentar outra pessoa completamente diferente para aqueles que a consideravam alguém importante. É triste, muito triste!
Penso muito nisso ultimamente e já tomei decisões concretas, entre elas: NÃO QUERER ABRAÇAR O MUNDO DE UMA VEZ.
Ô liçaozinha complicada que quase ninguém aprende!
O negócio agora é vê-la em ação, colocá-la em prática.
Pois é, galera, vivendo e aprendendo.
Mas tem gente que adora levar na cabeça. Fazer o quê?
OBS: Inspirado em fatos reais.

2 comentários:

Anônimo disse...

Paulinha, belo texto!
Olha no Androceu depois...escrevi sobre o mesmo tema.

Zine Qua Non disse...

Valeu, Alan!
Vou olhar sim...