terça-feira, março 27, 2007

Carta para Vyrna

Vyrna, não resisti e aqui envio minha carta para sua super hiper mega ultra master blaster plus análise do meu caso.

QUERIDA VYRNA,
Já virou ritual. Entrar no ônibus e não ler no mínimo a introdução do livro que carrego na bolsa é tortura.
Quando não consigo ler por "n" motivos, entre eles: pouca luz, falta de espaço, pessoas falando comigo etc, sinto um peeeeeeso na consciência. Até parece que matei alguém ou deixei um cego atravessar a rua quando o sinal estava verde para os carros.
É praticamente um vício e sempre tenho crises de abstinência.
O caso ficou tão sério que odeio quando um desconhecido puxa assunto. Da vontade de descer do ônibus e pegar outro.
Será que o caso é grave?
ATENCIOSAMENTE DE SUA FÃ,
Paula

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