Como um manifesto contra o Dia das Mulheres, durante essa semana, as ginecêuticas postarão diversas mensagens sobre diversos pontos de vista sobre as mulheres e diversos assuntos que dizem respeito a elas/nós.
Então, aproveitem esse período de intenso trabalho nosso, raro ultimamente, estado, porém, que será mudado em breve.
* Ginecêuticas *
***********************************
Começaremos com um pequeno poema:
***********************************
Um
Não sou flor nem espinho
Só preciso do carinho
De alguém que ama
De alguém que canta
Para encantar seu coração,
Seu pulmão, seu pulso
Ainda sinto em meus braços,
Em meus traços
Refletidos estão seus gestos,
Seus afetos que me comovem,
Que me descobrem,
Que me encobrem
De tantos sonhos,
Brilhos, gritos, dedos,
Mãos que acariciam e machucam de paixão,
De tesão pela novidade,
Pela liberdade de tê-lo perto de mim,
De tê-lo aqui tão perto e tão distante
Na estante, lembranças,
Tranças de um tempo que não volta mais
Que não se desfaz,
Refaz e faz a alegria,
A alegoria da vida,
Da subida de degrau em degrau
Que mal me cansa,
Que mal descansa em seu colo
E adoro e decoro os versos escritos para seu sorriso,
Meu gemido de prazer
Por viver o agora, o depois e o antes,
Por viver o sempre
E sempre querer mais
E não ver o fim
O fim de mim.
* Paula Cabral Gomes *
Então, aproveitem esse período de intenso trabalho nosso, raro ultimamente, estado, porém, que será mudado em breve.
* Ginecêuticas *
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Começaremos com um pequeno poema:
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Um
Não sou flor nem espinho
Só preciso do carinho
De alguém que ama
De alguém que canta
Para encantar seu coração,
Seu pulmão, seu pulso
Ainda sinto em meus braços,
Em meus traços
Refletidos estão seus gestos,
Seus afetos que me comovem,
Que me descobrem,
Que me encobrem
De tantos sonhos,
Brilhos, gritos, dedos,
Mãos que acariciam e machucam de paixão,
De tesão pela novidade,
Pela liberdade de tê-lo perto de mim,
De tê-lo aqui tão perto e tão distante
Na estante, lembranças,
Tranças de um tempo que não volta mais
Que não se desfaz,
Refaz e faz a alegria,
A alegoria da vida,
Da subida de degrau em degrau
Que mal me cansa,
Que mal descansa em seu colo
E adoro e decoro os versos escritos para seu sorriso,
Meu gemido de prazer
Por viver o agora, o depois e o antes,
Por viver o sempre
E sempre querer mais
E não ver o fim
O fim de mim.
* Paula Cabral Gomes *
2 comentários:
Uau!
revolução no Gineceu! (pelo menos essa semana)
"Então, aproveitem esse período de intenso trabalho nosso, raro ultimamente, estado, porém, que será mudado em breve."
Essa eu pago para ver...
Belo poema Paulinha, mas eu deixo para a Elis fazer a analise dele...
Ah sim... Homem dois no sabádo ( não custa lembrar).
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