Ontem, decorei o nome e o número de todos os ônibus que passam no ponto em frente à estação Palmeiras – Barra Funda do metrô, nadei na Avenida Paulista, vi uma cachoeira na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, esperei mais de uma hora por dois ônibus que não passaram, peguei um ônibus com caminho e destino desconhecidos, andei à noite por ruas próximas a minha casa e cheguei quatro horas depois em meu lar, doce e distante lar.
Sinceramente, não conhecia as “maravilhas” de minha cidade. Imagina só ver cachoeiras saindo do meio do concreto, lagos nas calçadas cinzas e ondas gigantes formadas pelos veículos. Também havia esquecido quão horrível é morar aqui e ter que enfrentar situações como alagamentos, trânsito quase inexistente, demoras incalculáveis, e lembrar que tudo isso acontece devido à falta de caráter de inúmeros políticos “fanfarrões” que andam com carros pagos por mim, moram em casas pagas por mim, gastam o dinheiro tirado de meu bolso, e eu aqui, esperando uma droga de um ônibus que sempre vem lotado, quebrado, chovendo dentro, caindo pedaço.
Quase chorei de desespero por ficar um bom tempo tomando chuva na cabeça, ver a fila no ponto aumentando e meus ônibus não passando. Não sabia mais o que fazer e ainda não sei. A sensação de impotência impregnou em mim agora e outras coisas ampliam essa sensação, como por exemplo, a relação com algumas pessoas da faculdade, principalmente, com a coordenadora do curso de Jornalismo. Ela simplesmente desaparece, ninguém consegue falar com ela e o pior é que os assuntos são urgentes e que devem ser resolvidos o mais breve possível para que a vida acadêmica dos alunos se torne menos complexa. Ou seja, a função de coordenadora não é feita por ninguém e, caso seja feita, é com um atraso descomunal.
Mas, enfim, a semana está acabando (não para mim, que ainda tenho que escrever minha iniciação em 48horas), o estress está apenas começando e não tem previsão de término. A solução é respirar fundo, beeeeeeeeem fundo, ouvir alguma música legal, pensar em coisas boas e esquecer que mora em São Paulo pelo menos por 48 horas, tempo necessário para finalizar uma pesquisa feita durante um ano. Bizarro, para não dizer outra coisa!
Sinceramente, não conhecia as “maravilhas” de minha cidade. Imagina só ver cachoeiras saindo do meio do concreto, lagos nas calçadas cinzas e ondas gigantes formadas pelos veículos. Também havia esquecido quão horrível é morar aqui e ter que enfrentar situações como alagamentos, trânsito quase inexistente, demoras incalculáveis, e lembrar que tudo isso acontece devido à falta de caráter de inúmeros políticos “fanfarrões” que andam com carros pagos por mim, moram em casas pagas por mim, gastam o dinheiro tirado de meu bolso, e eu aqui, esperando uma droga de um ônibus que sempre vem lotado, quebrado, chovendo dentro, caindo pedaço.
Quase chorei de desespero por ficar um bom tempo tomando chuva na cabeça, ver a fila no ponto aumentando e meus ônibus não passando. Não sabia mais o que fazer e ainda não sei. A sensação de impotência impregnou em mim agora e outras coisas ampliam essa sensação, como por exemplo, a relação com algumas pessoas da faculdade, principalmente, com a coordenadora do curso de Jornalismo. Ela simplesmente desaparece, ninguém consegue falar com ela e o pior é que os assuntos são urgentes e que devem ser resolvidos o mais breve possível para que a vida acadêmica dos alunos se torne menos complexa. Ou seja, a função de coordenadora não é feita por ninguém e, caso seja feita, é com um atraso descomunal.
Mas, enfim, a semana está acabando (não para mim, que ainda tenho que escrever minha iniciação em 48horas), o estress está apenas começando e não tem previsão de término. A solução é respirar fundo, beeeeeeeeem fundo, ouvir alguma música legal, pensar em coisas boas e esquecer que mora em São Paulo pelo menos por 48 horas, tempo necessário para finalizar uma pesquisa feita durante um ano. Bizarro, para não dizer outra coisa!
2 comentários:
é, paulinha.... it's not easy!
qualquer coisa..grita..rs..bjos
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...
Gritei!
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